quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Livro Monóico - Capítulo 7



Capítulo 7
















Antúrio e Ibísco











- Eu fechei os olhos achando que aquilo podia ausentar a minha dor, mas me enganei. Fechar os olhso só me fez ver o que eu sentia por dentro, fiz uma viagem pela nossa história e me achei a pessoa mais ibecil do universo por tirado da minha vida a pessoa que eu amo.


- Abri os olhos e não conseguia mais fechar... Eu queria fechar novamente para depois abrir e ter a certeza de que o que eu estava vendo não passava de ilusão. É, eu devo está louca! [pensei]


Não! Dereck tinha ido embora mesmo!


- Eu tinha mais do que eu queria, bem mais do que eu era. O problema é que eu mão sei viver sem querer ser mais do que sou. Eu não sabia como afastar aquele sentimento perturbador de culpa que pulsava em minhas veias.... me dei conta de quanta bobagem nós tinhamos falado. Me olhei no espelho e não era mais a Brittany. Não para mim! Faltava algo que eu sabia bem o que era...


- Eu era a pessoa que destruiu um amor imortal. Como eu consegui vencer a imortalidade daquele amor?! Nós juramos amor eterno... Não era aquele tipo de eternidade que eu queria para nós, senão eu teria dito:


- Que seja eterno enquanto dure! - Acho muito idiota essa frase... Ou é eterno ou não é! Senão eu teria dito:


- Que seja intenso enquanto dure! - Intensidade é muito diferente de eternidade.


- Não tinha que ser assim! Porque nós tinhamos que viver nos ariscando?


-nem as promessas foram o bastante para apagar os erros banais. Em nossas discuções ninguém queria ceder, mas sempre acabava dizendo:


Eu te amo!


Depois das brigas... Fiquei até as três da madrugada tentando ligar para Dereck, mas aquela árvore... Cada vez que eu olhava para ela e via nos galhos as flores de gêneros desiguais achava que eu e Dereck éramos mesmo tão diferentes que eu não devia arriscar. Peguei no sono ás cinco da manhã...


- Briiiiiitt! Acorda.... - disse Robert. - eu não queria levantar, não queria sair do quarto sem ter resolvido tudo aquilo com Dereck.


- Britt não vou chamar outra vez! - disse ele agora bravo.- eu achei melhor levantar e me arrumar bem rápido já que eu não tinha mais um namo...- senti meu peito apertar e decidi não pensar em Dereck, já seria uma tortura vê-lo no colégio.


- Já estpou pronta! - gritei.


- Dereck deve está louco te esperando. - disse Robert.


- Ele não vai... - me calei antes de completar a frase.


- Ele não vai para o colégio? - erguntou Robert. Eu arfei e disse:


- Ele não vai poder me levar hoje....- eu disse sem medo de esconder minha angústia.


Entramos no carro e robert começou a falar de suas brigas com Christine e o quanto o relacionamento deles amadireceu com as brigas. Agora eles são mais fortes juntos. Eu me senti Ibecil ao quadrado por não ter forças para lutar. Se entregar era tão mais fácil.... Eu não devia ter mandado ele embora. Fui covarde!


Cheguei na escola e os dois lugares próximo a Tamare que era onde eu e Dereck sentávamos estava vazio. Dereck estava um pouco mais a frente hoje.


- Sabia que eu estava me acostumando com a idéia de vela dupla?! - disse Tamara tentando descontrair minha tensão. - Eu olhei para ela e sorri meio sem vontade e ela disse:


- Não estou ajudando, né? - eu disse que não com a cabeça.


- Ok! Vou ficar quieta, mas se quiser desabafar.... - eu agradeci e disse:


- Você é linda Tamara! Seu príncipe vai aparecer um dia.


- Estou a 16 anos esperando! Eu achei que tinha encontrado, mas não era. Ele era Moreno... sabe , tipo índio?! E tinha umas pernas bem torneadas, braços grandes e fortes e uasava fraldas de pano. ÉCA! Era o garoto mais lindo do maternal, mas ele usava fralda de pano! Era nojento!


Eu me descontrolei em gragalhadas e disse:


- Quando o príncipe demora a aparecer é porque vai ser "O" príncipe! Não um sapo disfarçado. - Dereck olhou para trás e me fuzilou com um olhar de raiva, não dei muita importancia.


No decorrer das aulas nós não nos falamos, achei que aquilo não terminaria nunca. Olhava no relógio á cada minuto pensando que o Sol tinha parado e que já era noite! Eu queria sair daquela sala. Foi a manhã mais longa da minha vida.


5 Dias se passaram...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Livro Monóico - segunda parte do cap 6





Capítulo 6.













Minha terra, meu céu, meu ar...





- Você é minha terra, meu céu, meu ar...

O fogo que me consome, o meu doce lar. (Espero que goste)

- Abri a porta e estava tudo mudado! As paredes que antes eram lilás foram para um tom pastel simpático. Elas eram vivas! Contavam histórias... Tinha um céu pintado no teto e um campo verde com flores no lugar do carpete que ficava no chão.

Em cima da minha cama, na parede... Havia uma árvore linda! Ela era grande nos seus galhos haviam flores de dois gêneros diferentes.

- Onde está Dereck? - perguntei.

- Estou aqui! - disse Dereck saindo do guarda-roupas com um anel brilhante.

- Onde aprendeu a desenhar tão bem? - perguntei.

- Como você sabia que foi eu quem fiz isso tudo? - perguntou ele.

- Pelo versinho na porta. - eu disse sorrindo.

- Tenho talentos! - ele disse se exibindo.

- Precisa melhorar com os versinhos. - eu disse. Ele fez uma cara de chorão e eu pulei em cima dele e lhe dei um beijo e disse:

- Esse teve gosto de amor!

- Quer ser minha noiva?! - perguntou ele.

- Sim, muito sim! - eu respondi.

- Legal! Voltei a ser vela dupla. - disse Tamara. - Todos riram e fomos para a parte de baixo da casa. Descemos e Dereck me levou para a parte de trás da casa, quando saímos pela porta dos fundos da casa Dereck disse:

- Aproveite sua festa de noivado! - eu olhei para ele querendo não acreditar no quanto ele era incrível. Definitivamente eu não conseguiria mais viver sem Dereck.

- E se eu não aceitasse? - indageuei.

- Você não faria isso. - disse ele um tanto convencido.

- Gostou da surpresa filha? - perguntou Christine.

- Sim!!! Foi você quem contratou o buffet, né? - perguntei.

- Claro! Vou acabar ficando desempregada por faltar o trabalho. - disse Christine sorrindo.

- A festa foi linda! Dereck levou nossos presentes para meu quarto novo ... Ficamos um bom tempo deitados na cama e eu disse:

- Que árvore linda!

- É um monóico. - disse Dereck.

- Monóico? - perguntei.

- Está vendo as flores diferentes nos galhos?

- Sim. - respondi.

- Então, a árvore se chama monóico por possuir dois lados complexos no mesmo galho. Dois gêneros de flores diferentes. - disse Dereck.

- Que lindo! Somos eu e você.... um monóico. - eu disse.

- Você é o meu outro lado... O que eu mais gosto! - disse Dereck.








Meses se passaram...








- As coisas entre eu e Dereck estavam mudando. Se amar muito todos os dias... É certo acabar em brigas.

- Nós mudamos! U com o outro. - eu disse para Dereck.

- Nós não mudamos! Só estamos nos conhecendo de verdade. - Aquilo me fez sentir uma pontada tão forte no peito que eu achei que meu coração explodiria dentro de mim ou me sufocaria com tanta dor. Não quis admitir, mas Dereck estava certo. Nem tudo são flores...

No ínicio é fácil mentir para agradar o outro, mas essas mentiras vão te sufocando pouco á pouco. Vão fechando cada fresta que possa te fazer respirar, e você só se livra disso com D.R.

Odeio esse termo! Sempre achei que eu e Dereck poderiamos resolver as coisas num olhar ou sem discutir. Mas quando tentávamos... Um começa a gritar mais que o outro.

Na verdade, quando tem duas pessoas estão gritando ao mesmo tempo você escuta a outra pessoa, mas você só entende o seu lado. Eu ouvia a voz de Dereck que me irritava a cada segundo, também ouvia a minha. Mas não conceguia sequer entender o que ele dizia. Eu também estava gritando.

- Eu sou Antúrio, e você é Ibísco. - disse Dereck.

- O que? - perguntei.

- Nosso amor é essa "árvore" e nós somos "as flores da árvore". Pena que as flores são tão diferentes. - ele disse.

- Mas é isso que faz a "árvre" bonita e diferente. - retruquei.

- É? Então pára de pensar que eu saí de um livro infantil. Eu não sou um príncipe! - disse Dereck.

Dereck viu que meus olhos covardes estavam prontos para desaguar e disse:

- Desculpa! Eu vou tentar melhorar minha princesa. - ele pegou minha mão e eu disse:

- Vai embora! - Olhei para ele e percebi que um desespero incontrolável tomava conta de seus olhos. Ele desviava o olhar a cada segundo que eu criava forças para olhar em seus olhos.

- É isso que você quer? - perguntou ele.

- Não! - respondi. - le me olhou com uma cara esperançosa e eu disse:

- Mas é disso que eu preciso. - ele se virou e fui tirando o anel de noivado. Á cada centímetro que o anel se afastava eu sentia que nossa ligação ficava cada vez mais fraca.

- Dereck! - eu disse com um nó na garganta. As lágrimas já estavam desenhando caminhos do dor em meu rosto.

- O que foi? - ele perguntou.

- Acho melhor ficar com você!- eu disse dando o anel na mão dele. Quando toquei na mão de dereck senti fervor que mequeimava a alma. Dereck me fez fervilhar por dentro quando ele disse:

- Tudo bem! Mas ele sempre será seu...






sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap. 6


Capítulo 6.




Minha terra, meu céu, meu ar...



- ...Por isso achei aquela voz tão conhecida. Era Alison comigo no carro!
- Vocês sabem onde ele está?! - perguntei.
- Não! - respondeu Dereck. - Olhei para trás e Clear e Drew não se desgrudavam. Foi lindo! Como se eles não se vissem a anos.. O sinal tocou e Clear foi para casa de Drew. Tamara pegou carona comigo e Dereck. Quando chegamos em casa estava tudo muito silencioso. Eu já tinha me acostumado a ouvir a voz de Christine quando eu chegava do colégio, Robert também estava trabalhando.
- Será que ele sabe que nós descubrimos? - perguntei.
- Sim, eu acho.. - disse Dereck.
- Tenho medo do que ele pode fazer... Não entendi muito bem a mensagem. - eu disse.
- Não se preocupe Britt. - disse Dereck me abraçando.
- Vou subir e me trocar! Vai almoçar aqui? - perguntei.
- Você quem vai fazer a comida?! - Dereck perguntou.
- Sim! - eu disse sorrindo.
- Ok! Tenho que me acostumar com sua comida mesmo... Mas vou logo avisando, a melhor é da minha mãe. - eu sorri e subi a escada pensando no que eu ia preparar para ele. E se ele ia gostar. Quando entrei no meu quarto...
- AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! - gritei. - Pude ouvir Dereck subir a escada bem rápido e quando ele chegou ao meu quarto perdeu a voz, só me abraçou e eu chorei.
- Na parede do meu quarto, no alto da minha cama tinha uma mensagem. A mesma mensagem!

"Se não posso ficar no seu coração... Ficarei na sua mente!"


- Isso já está ficando fora de controle! Vou ligar para polícia... - disse Dereck pegando o celular.

- Dereck como você vai provar que foi ele? - perguntei.

- Tem razão! - disse Dereck desligando o celular.

- Vamos descer! - disse Dereck.

- Ele esteve aqui! E se ainda estiver... Escondido... - eu disse.

- Então, vamos descer! Se ele estiver aqui e nós estivermos na cozinha é bem mais fácil para pegar uma faca. - disse Dereck. - Nós descemos a escada e eu estava muito nervosa. Sentei na cadeira verde- limão da cozinha e Dereck começou a tirar as coisas da geladeira.

- Tem tomate? - ele perguntou.

- Dereck! Você não está com medo?! - perguntei.

- Estou! Mas não sou fraco ao ponto de demonstrar. - ele disse. Ele era a minha fortaleza, se Dereck desabasse eu também desabaria. Ele era meu porto seguro. O mais aconchegante e tranquilo que eu tinha. Tentei não pensar naquilo e disse:

- Sabe cozinhar?

- Claro! - ele respondeu

- O que vai fazer? - perguntei.

- Panquecas! - ele disse!

- Hummmmm! Adoro! - eu disse - Ele sorriu e ficou concentrado nas panquecas. Na hora de cortar o tomate ele batia a faca tão forte sobre o tomate que espirrava para todos os lados. Ele estava transformando seu medo em ódio e descarregando tudo no pobre tomate. Eu deveria fazer o mesmo! decidi não ficar parada e fui fazer um suco de laranja. Depois que almoçamos ficamos vendo filmes...

- Oi crianças! - disse Christine.

- Mãe! Que bom que você chegou... Está tudo bem? Alguém te machucou? Cadê Robert?

- O que houve com ela? - perguntou Christine olhando para Dereck.

- Eu te mostro depois! Tem panquecas no forno!

- Você fez panquecas? - perguntou Christine.

- Hummmmm panquecas! Aonde? - perguntou Robert.

- Não fui eu, foi o Dereck! - dei um sorriso.

- Que amor! - disse Christine.

- Éca! - disse Robert.

- Pai! Está melhor que as suas... - eu disse. Ele sorriu e fo direto atacar as panquecas.

- Robert! Lave as mãos primeiro! - disse Christine. Ouvimos da cozinha ele dizer:

- Droga! Parece minha mãe! - todos rimos

- Christine ficou indignada com o que tinha acontecido no meu quarto. Pedi para ela não contar a Robert porque ele entraria em pânico e ligaria para a polícia, bombeiro, guarda-florestal e tudo mais. Fui me despedir de Dereck e disse:

- Não vou dormir no meu quarto!

- E Robert não vai desconfiar? - ele perguntou.

- Ah, eu falo que tinha um rato e por isso não quis dormir lá! - respondi. - Ele arregalou os olhos e fez uma cara de que estava preparando algo. Eu queria muito saber o que ele estava pensando. Ele me deu um beijo apressado e disse:

- Tchau meu amor! - ele nem esperou eu entrar em casa, saiu correndo. Pensei em gritar: Medroso! Mas achei que ele não me ouviria pela distância. Entrei em casa e me encaixei no sofá menor. Acordei na manhã seguinte e me arrumei. Não estava atrasada! Fui para a cozinha comer e esperar Dereck passar pra me levar.

- Britt?- disse Christine.

- Oi! - respondi.

- Vou te levar hoje! Dereck ligou avisando que não vai ao colégio. - ela disse.

- Porque? - indaguei.

- Não sei! - ela respondeu. - Peguei minha mochila e fui para o carro amarelo canário de Christine. Cheguei na escola e Tamara grudou em mim.

- Hoje eu não vou fazer serviço duplo! Aleluia! - disse Tamara.

- O que? - perguntei.

- Dereck não veio... Então não vou ficar de vela pra dois casais. - eu sorri e nós entramos para a sala de aula. As aulas foram L.C. [ lentas e chatas] Quando o sinal da saída tocou eu dei um pulo da cadeira e arrumei minhas coisas em um minuto.

- Vem com a gente Britt! - disse Drew.

- Ah, não obrigada! Você mora no outro sentido.... Não quero dar trabalho. - eu disse.

- Mas eu vou dar carona para Tamara e ela mora depois de você.

- Ok! - eu disse - entramos no carro de Drew e fomos para minha casa. Clear disse que queria ir ao banheiro. Acabou todo mundo entrando lé em casa. Quando abri a porta vi nos degraus da escada uns dizeres...

- Suba! Suba mais um pouco! Agora vire a direita! - Subi a escada e todos me acompanharam. Tamara estava rindo descontroladamente. Ela fazia isso quando ficava muito nervosa. Virei a direita e me deparei com um cartaz colado na minha porta que dizia:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Livro Monóico Cap. 5 parte 2

Capítulo 5



Encontros



- Você pensa que pode brincar com os outros e depois agir como se nada tivesse acontecido?! - gritou Dereck.
- Do que você está falando?! - perguntou Drew
- Ah, você não sabe? Quer umas pancadas na cabeça pra vê se lembra? - disse Dereck.
- Cara desculpa, mas vocÊ pegou a Clear e eu dei em cima da Britt sim! - disse Drew.
- Você inventou tudo isso! Você é doente mesmo! Todo mundo já leu a carta! - disse Dereck.
- Seu desgraçado! Você não disse que tinha voado?! - disse Drew.
- Como teve coragem de fazer aquilo?! - disse Dereck.
- O poema?! Ei tirei da internet. - disse Drew
- Já te entregaram Drew. É melhor você parar com essa farsa! - disse Dereck. - Drew puxou a carta amrela e amassada da mão de Dereck e começou a ler e disse:
- Não foi eu que escrevi isso!
- Claro que não foi. Alguém te entregou Drew! - disse Dereck.
- Não, não... A carta que eu não queria que você e Britt visse era um poema que eu escrevi. Eu estava com raiva por você e Clear terem dormido juntos e resolvi dar em cima da Britt. Eu deixei a carta na casa do Andrew, primo do Alison. Ele me ligou ameaçando entregar o poema e eu não deixei... Foi quando começou a briga em frente a casa da Britt. Ele tacou a garrafa e eu achei que dentro dela estava o poema tosco que eu ia mandar para Britt. E quando eu vi que você leu e ia mostrar para Britt... Eu liguei para Alison pedindo para ele tentar resgatar a carta, já que ele era seu amigo e da Britt. Ele disse que iria cobrar eu disse que iria pagar a lele na escola, só que eu tive que passar 4 dias fora! Fui para Nova York me tratar. Eu tenho uma doença rara... Fibrose Sística.
- Espera aí! Quem jogou a garrafa?! - perguntou Dereck.
- O primo do Alison! - respondeu Drew.
- Então... Ai meu Deus! Eu mandei Britt e as garotas ficarem com Alison. - disse Dereck.
- O que? Pra que?- disse Drew.
- Cara deixa de ser lerdo! - disse Dereck.
- Você não dormiu com Clear?! - perguntou Drew.
- Claro que não! - respondeu Dereck.
- Corre! Temos que ver se Alison fez algo com elas.... - disse Dereck correndo. Drew disparou em seguida pelo corredor e gritando:
- Mas o que ele faria?
- Foi ele quem armou isso tudo. - respondeu Dereck. - ele continuaram a correr e Drew ainda estava meio confuso, ele não sabia de toda a história.Quando chegaram na sala...
Tudo estava normal. Eles olharam meio desolados e Dereck disse:
- Cadê o Alison?
- Não sei... Não achei ele! Ele sumiu depois que você foi para o banheiro. - disse Britt
- Droga! - disse Dereck.
- Calma! Não aconteceu nada comigo... Porque você estava com Drew. - perguntei.
- Não é ele! - disse Dereck.
- O que? - senti uma mão no meu ombro e me virei. Era Tamara me catucando para eu olhar lá no fundo da sala.
- Meu Deus! Clear é maluca?! - indaguei. Ela estava aos beijos com Drew.
- Não é ele! - disse Dereck.
- É sim! O Drew! - disse Tamara.
- Gente! Não foi ele que fez tudo aquilo. Drew é inoscente... Ele é tão vítima quanto nós.
- O que?- eu disse. Era difícil acreditar no que eu ouvia. Meu celular vibrou e eu o tirei com cuidado do bolso para que a professora de Literatura não visse. Abri a caixa de mensagem e estava escrito:
"Se não posso ficar no seu coração... Ficarei na sua mente!"
Olhei subitamente para Drew e ele ainda estava aos beijos com Clear. Realmente! Não era ele.. Então...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Capítulo 5

Capítulo 5


Encontros



- Dereck apertou a mão dele e disse:
- Que bom que você veio! - que falsidade [pensei] - Alison olhou para ele e disse:
- Obrigado. - ele sorriu e Dereck gritou se virando para o pessoal:
- Pessoal! Ei... estou muito feliz por todos que estão aqui, quero aproveitar esse momento para pedir ao senhor robert Dickinson para namorar com Britt. - Alguém derrubou um copo no chão que fez um barulho estrondoso e irritante. Olhamos para ver e tinha sido Alison.
- Desculpe. - disse ele tentando limpar .
- Eu limpo! - disse a mãe de Dereck.
-Sabe fazer panquecas? - disse Robert.
- Claro! - respondeu Dereck
- Então pode casar... - Todos começaram a rir e vi que Alison estava indo embora. [coitado] Deve ter ficado com muita vergonha pelo copo... [pensei]
Ficamos na casa de Dereck até ás 17:30 da tarde. - Cheguei em casa cansada pelos ultimos três dias. Amanhã nao seria um dia fácil! Escola, matérias perdias e Drew. Subi para meu quarto e peguei no sono... Acordei na manhã seguinte e achei que só tinha dormido 20 minutose. Três dias foram o suficiente para eu me desacostumr a acordar cedo. Me arrumei lentamente e quando cheguei na cozinha para tentar comer algo...
- Briiiiiitt estamos atrasados! - gritou Dereck - peguei uma maçã com a mão direita e na outra eu levava minha mochila que pesava uns 40 kg .... Não lembrava o quanto era difícil estudar.
- Você está pronta? - perguntou ele enquanto eu entrava no carro.
- Acho que sim, e você? - perguntei.
- Estou! - disse Dereck socando uma das mãos .
- Não Dereck! Sem brigas! Você acabou de.. - ele me interrompeu dizendo:
- Ok! Mas se ele quiser não vou negar. - Olhei para ele com uma cara feia e ele ligou o carro dando uma arrancada bruta que quase me vez voar.
- Pode ser mesnos agressivo? -perguntei.
- A culpa não é minha dessa vez... Você nos atrasou e.. Acorda Britt! - Olhei novamente com uma cara feia e me virei para dormir mais um pouco.
Assim que chegamos Dereck ficou obsecado por achar Drew. Parecia um cao farejador.
- Ele não pareceu... - disse Dereck.
- Ele não tem aperecido ha uns três dias. - disse tamara.
- Espero que não venha mais! - disse Clear
- Era melhor ter o inimigo por perto. - eu disse
- Vamos vigiar a casa dele! - disse Dereck.
- Não! Ele pode está nos vigiando... Lembra?! Ele não está sozinho. - disse Clear.
- Estou boiando. - disse Alison.
- Dereck acha que está num seriado policial! - Todos riram e fomos para a sala.
Ninguém conseguia prestar a tenção nas aulas, conversamos mais do que copiamos.
- Quietos! - disse o professor de Biologia. - Ficamos passando bilhetes a aula inteira...
- TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIMM - anunciou o sinal. [hora do intervalo]
- Dereck! Pega água pra mim? - eu disse. - Meu celular vibrou exigente e eu o tirei do bolso esquerdo da calça e vi a tela florescente que iluminou nossa mesa naquela manhã nublada. bri a caixa de mensagem e... Fiquei em estado de choque quando li. Fui mostrando para todos e por ultimo Dereck.
[ Se você demorar... Eu vou te buscar.] - dizia a mensagem.
- Temos que chamar a polícia! - disse Clear
- Não! Vai começar a histórinha de adolescentes assombrados por um maníaco?! Gente! Não estamos num filme... - disse Tamara.
- Nós não temos provas! - disse Alison
- Gente, calma! Temos que char uma forma de incriminar Drew. - eu disse
Quando voltamos para a aula não parei de pensar na mensagem. Passei o tempo todo lembrando e..
- TRIIIIIIIIIIIIIIIM! - agora o sinal tocava para o final das aulas.
Acabaram as aulas e fosmos para minha casa, eu e Dereck. Passei a tarde toda com ele copiando as matérias perdidas. Recebi outra mensagem...
[ Eu te amo bem antes de você se transformar] - dizia na mensagem.
Depois que Dereck leu ele fez uma cara de raiva e eu disse:
- Eu te amo bem antes disso tudo. Eu só não te conhecia. - ele sorriu e se debrucçou sobre mim para me dar um beijo. Robert apareceu bem na hora e disse:
- É assim que vocês estudam ?! Estão trocando informações?! - nós rinmos e Robert foi subindo a escada.
- No dia seguinte fomos para a escola e vimos o carro de Drew no estacionamento. Dereck fervilhou de raiva. Entramos na sala e Dereck disse:
- Onde está ele?
- Na diretoria. - disse Tamara.
- Dereck por favor... - eu disse. A aula estava começando até que Drew passou pela porta olhando para nós e disse:
- Oi Britt! - Eu congelei de medo, mas algo me impulsionava a abrir a boca e eu disse:
- Oi. - Dereck olhou pra mim e seu rosto vermelho de raiva me fez sentir como se eu tivesse me entregando para o meu assassino.
- Por que você falou com ele?- reclamou Dereck
- Desculpa.. Eu não sabia o que dizer... - O sinal para o intervalo tocou e nós saímos. Drew foi novamente pra a diretoria. Os 25 minutos de intervalo se passou voando. Acho que era fruto da minha adrenalina.
- Britt. Fique junto do Alison e das garotas... Vou no banheiro, ok? - disse Dereck
- Ok. - eu disse. - ele foi até a mesa que estava o pessoal do futebol e eu fui andando para a sala com Britt, Clear e Alison.
- Oi, pode fazer um favor pra mim? Entrega esse bilheta para Drew Park. - disse Dereck para um dos menbros da equipe de futebol.
- Ok. - disse o garoto. - Dereck se dirigiu para o vestiário e quando chegou lá Drew já estava o esperando.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Livro Monóico Cap. 4 parte 2

Capítulo 4


Sicofanta


- Era da Débora! Ela estava perguntando como eu tinha chegado e se havia alguma novidade. Não dava para responder o que ocorreu nos ultimos dias pelo celular, achei melhor responder por e-mail em casa.
- Querida você ainda está por aqui? - disse a srª Colck
- Prometi a Dereck que passaria a noite aqui. - respondi.
- Mamãe ela é a namorada do Dreck? - disse Zac o irmão de 4 anos de Dereck. - Achei tão fofo aquela criança que não sabia pronunciar o nome do irmão mais velho. [ Dreck] sorri. A srª Colck me olhou e disse:
- Não sei, mas se for.... Dereck tem muita sorte. - eu sorri agora meio sem jeito. Senti a maçã do rosto enrrigecer e queimar. Eu tinha a plena certeza que estava parecendo um tomate. Lucy a irmã do meio entro na sala de espera e disse:
- Britt ele quer te ver antes de dormir.
- Obrigada! - eu disse e fui para o quarto 402 e dessa vez não bati na porta.
- Mandou me chamar? - perguntei.
- Não acreditei que você dormiria aqui por mim. - disse Dereck
- Por que não? - indaguei.
- Ah, não sei.... Sabia que minha família gostou de você?
- Sério?! - eu disse com uma certa empolgação.
- Se esconde.. Rápido!!! - corri para o banheiro sem nem saber o porque. Logo depois escutei a porta se abrindo.
- Precisa de alguma coisa? - disse uma enfermeira.
- Não! - respondeu Dereck prendendo um riso.
- Vou desligar a luz. O tempo de visita acabou e se você quer se recuperar logo deve descansar.- disse a enfermeira apagando a luz e saindo do quarto.
- Pode vim! - disse ele. Sai do banheiro rindo descontroladamente.
- Você é péssimo mentindo. - eu disse
- Me abraça! - ele disse. Eu me debrucei sobre Dereck com muito cuidado e o abracei.
- Pode dormir assim? - ele perguntou.
- Se você afastar um pouco para a direita... - Ele afastou e eu me encaxei na cama apertada que nos unia. Dereck começou a cantarolar uma música que ele disse ter feito pra mim. Era péssima! Mas só de saber que foi feita pra mim quase me emocionei.
- Imagina se eu morresse. - ele disse.
- Não fala besteira! - reclamei.
- Eu quero ser cremado quando eu morrer. - ele disse.
- Se você morresse e fosse cremado, eu inalaria toda a fumaça e depois faria uma escultura com as suas cinzas. Só pra te sentir de novo.
- Ah minha borboleta! E se você aprendesse a voar eu amaldiçoaria o chão e faria uma casa flutuante. Só pra ficar do seu lado. - disse Dereck
- Você precisa parar de ver desenhos. - eu disse - Nós rimos um bom tempo... Foi a noite mais linda da minha vida.
- Passei três dias e três noites com Dereck no hospital. Christine que estava de férias no trabalho me trazia roupas e comida. Ela sabe o quanto vale um amor, e o quanto dói perder um.
- Acordamos agitados... Dereck finalmente saíria daquele hospital!
- Vamos minha enfermeira particular? - ele disse
- Vamos! - eu disse segurando a mão dele. Entramos no táxi e seguimos para a casa de Dereck. Quando chegamos o taxista teve que nos ajudar com as malas. Christine levou quase todo o meu armário para o hospital, eu tive que esconder a mala debaixo da cama em que Dereck ficava. Ela até trouxe uma blusa rosa; Disse que combinava com a decoração do hospita. Abri a porta com Dereck do meu lado e começaram a gritar. Todos estavam presentes! Clear, Tamara, meus pais, a família de Dereck e ....
- Porque ele veio? - disse Dereck com raiva.
- Ele quem? - perguntei.
- Ali! - disse Dereck apontando para o lado esquerdo da sala. Eu olhei e não entendi o porque ele tinha vindo recfepcionar o Dereck. - Arfei e disse:
- Se controla!
- Não sei não... - disse ele
- Você acabou de sair do hospital! Pode não arranjar briga?! - eu disse - Dereck fez uma cara feia e nós entramos. Começaram os abraços em Dereck. Primeiro foi a mãe dele e daí foi seguindo toda a família dele. Depois meus pais, Clear e Tamara... Por ultimo ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap 4

Capítulo 4.


Sicofanta




- Britt?! - disse Dereck dentro do quarto. Era o Dreck que me salvara daquele garoto nojento na festa da Tamara. O Dereck que eu não pudi salvar e nem fazer nada...
- Entra! - disse ele.
- Eu não me perdoaria se você se machucasse. disse Dereck ao me ver entrar.
- Me perdoa! - eu disse.
- Porque? Você não teve culpa de nada. Foi tudo armado! Eu não lembro bem, mas... - disse Dereck. Eu o interrompi dizendo:
- Mas eu devia ter te ajudado! Ligado pra polícia... alguém..
- Não se culpe! Se você ficar ao meu lado eu enfrento tudo. Você é meu espinafre!
- O que? Espinafre?
- É ! O que dar força ao Popeye...
- Dereck você ainda ver isso?! - ele sorriu e disse:
- Só não me deixe...
- Não vou desgrudar de você, só se eu for seu azar. - Ele sorriu e disse:
- Como uma "Borboleta Rainha" poderia me dar azar? - eu sorri e disse:
- O que tinha na carta amarela?
- É melhor você ler. - Ele disse me dando o papel marelo amassado e com uma letra horrível que não dava ler direito.

Para Brittany.
- Depois que Drew deixou Clear em sua porta vieram três caras encapuzados e deixaram Clear inconsciente. Eles pegaram Clear e a puseram na porta de Dereck. Ele deve ter escutado o barulho que fizeram de proppósito e abriu a porta. Por saber que se tratava da melhor amiga de Brittany (você), Dereck resolvel levá-la para a casa dele. Tudo conforme seu admirador esperava. Os três caras vigiaram a casa verde até a manhã seguinte. Seu admirador bateu em sua porta ás 10:00 da manhã quando ligamos para ele avisando que Clear havia acordado. Ele te levou até a porta de Dereck para você pensar que Dereck e Clear haviam dormido juntos. E agora que você sabe... Ele vai dizer que fez tudo por amor. Não confie!
Drew nunca amou ninguém!

- Derrepente tudo aquilo fazia sentido... Dereck nervoso ao saber que eu estava no quarto de Drew, a implicância de Drew com Dereck.... Foi Drew que machucou Dereck, ele armou tudo!
- Como ele pôde? - indaguei com um ódio no olhar.
- As vezes devemos prestar mais atenção nas coisas silpes da vida. Nem tudo que brilha pode nos fazer brilhar, as vezes nos apaga. Para sempre! - O que Dereck disse me tocou profundamente e eu disse:
- Vou cuidar de você!
- Não! Cuide de você... Pelo menos enquanto estou aqui e não posso fazer meu trabalho de anjo da guarda. - disse Dereck. - Eu dei um beijo nele e ele disse:
- Hoje está com gosto de pêssego!
- O que?- perguntei.
- Seu beijo! - ele disse sorrindo.
- É você que está com gosto de comida hospitalar. - fiz uma cara de nojo e ele sorriu.
- Acabou o tempo Srtª Dickinson. - eu olhei para Dereck e lhe dei um beijo na testa.
- Quando você volta para me ver? - indagou ele
- Não volto! - eu disse.
- Estarei aquiaté você se recuperar. - completei saindo do quarto.- Fui para a sala de espera e disse para a família de Dereck que ele queria ver todos. Uma coisa ainda me preocupava... Não sabia se Dereck lembrava ou não do que havia acontecido. Ele não me convenceu! Talvez seja por que eu sei de toda a verdade.
- Como ele está? - perguntou Christine.
- Bem. Só está atordoado e não lembra de muitas coisas. - eu disse
- Ele lembrou de você. - disse Christine sorrindo.
- Não foi tão grave assim e eu sou bem difícil de não ser lembrada. - eu disse fazendo pose.
- Você gosta dele, né? - disse Christine.
- Sim. Muito!- respondi.
- Então devo me preparar para te trazer amanhã. Porque você sabe que hospital me deixa deprimida... Vou ligar pro meu psicólogo! - disse Christine.
- Não precisa mãe. Vou ficar por aqui essa noite. - eu disse.
- De jeito nenhum! - ela gritou.
- Mãe estamos no hospital!- eu disse
- Desculpa! - Ela sussurrou.
- Também não exagera! E eu prometi ao Dereck que ficaria aqui. - eu disse
- Se Robert resolver vir aqui e te arracar do hospital aos gritos eu não vou impedir. Mas vou ter que contar tudo. - disse Christine.
- Robert não faria isso. Talvez ele ligaria de cinco em cinco minutos pedindo para eu voltar parar casa... Você sim viria gritando! - eu disse sorrindo.
- Não faço essas coisas Britt. - disse ela sorrindo.
- Obrigado mãe! - eu disse abraçando Christine e ela disse:
- Fique com isso, vai precisar! - disse ela me dando dinheiro.
- Eu te pago! - eu disse. Ela se virou e disse:
- Tchau querida se cuida... - disse ela entrando no elevador. - Meu celular vibrou estrondosamente e exigente. Tirei ele do bolso esquerdo e a luz florescente da tela que quase me cegava estava anunciando uma mensagem. Eu gritei quando vi de quem era!