quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Livro Monóico Cap. 4 parte 2

Capítulo 4


Sicofanta


- Era da Débora! Ela estava perguntando como eu tinha chegado e se havia alguma novidade. Não dava para responder o que ocorreu nos ultimos dias pelo celular, achei melhor responder por e-mail em casa.
- Querida você ainda está por aqui? - disse a srª Colck
- Prometi a Dereck que passaria a noite aqui. - respondi.
- Mamãe ela é a namorada do Dreck? - disse Zac o irmão de 4 anos de Dereck. - Achei tão fofo aquela criança que não sabia pronunciar o nome do irmão mais velho. [ Dreck] sorri. A srª Colck me olhou e disse:
- Não sei, mas se for.... Dereck tem muita sorte. - eu sorri agora meio sem jeito. Senti a maçã do rosto enrrigecer e queimar. Eu tinha a plena certeza que estava parecendo um tomate. Lucy a irmã do meio entro na sala de espera e disse:
- Britt ele quer te ver antes de dormir.
- Obrigada! - eu disse e fui para o quarto 402 e dessa vez não bati na porta.
- Mandou me chamar? - perguntei.
- Não acreditei que você dormiria aqui por mim. - disse Dereck
- Por que não? - indaguei.
- Ah, não sei.... Sabia que minha família gostou de você?
- Sério?! - eu disse com uma certa empolgação.
- Se esconde.. Rápido!!! - corri para o banheiro sem nem saber o porque. Logo depois escutei a porta se abrindo.
- Precisa de alguma coisa? - disse uma enfermeira.
- Não! - respondeu Dereck prendendo um riso.
- Vou desligar a luz. O tempo de visita acabou e se você quer se recuperar logo deve descansar.- disse a enfermeira apagando a luz e saindo do quarto.
- Pode vim! - disse ele. Sai do banheiro rindo descontroladamente.
- Você é péssimo mentindo. - eu disse
- Me abraça! - ele disse. Eu me debrucei sobre Dereck com muito cuidado e o abracei.
- Pode dormir assim? - ele perguntou.
- Se você afastar um pouco para a direita... - Ele afastou e eu me encaxei na cama apertada que nos unia. Dereck começou a cantarolar uma música que ele disse ter feito pra mim. Era péssima! Mas só de saber que foi feita pra mim quase me emocionei.
- Imagina se eu morresse. - ele disse.
- Não fala besteira! - reclamei.
- Eu quero ser cremado quando eu morrer. - ele disse.
- Se você morresse e fosse cremado, eu inalaria toda a fumaça e depois faria uma escultura com as suas cinzas. Só pra te sentir de novo.
- Ah minha borboleta! E se você aprendesse a voar eu amaldiçoaria o chão e faria uma casa flutuante. Só pra ficar do seu lado. - disse Dereck
- Você precisa parar de ver desenhos. - eu disse - Nós rimos um bom tempo... Foi a noite mais linda da minha vida.
- Passei três dias e três noites com Dereck no hospital. Christine que estava de férias no trabalho me trazia roupas e comida. Ela sabe o quanto vale um amor, e o quanto dói perder um.
- Acordamos agitados... Dereck finalmente saíria daquele hospital!
- Vamos minha enfermeira particular? - ele disse
- Vamos! - eu disse segurando a mão dele. Entramos no táxi e seguimos para a casa de Dereck. Quando chegamos o taxista teve que nos ajudar com as malas. Christine levou quase todo o meu armário para o hospital, eu tive que esconder a mala debaixo da cama em que Dereck ficava. Ela até trouxe uma blusa rosa; Disse que combinava com a decoração do hospita. Abri a porta com Dereck do meu lado e começaram a gritar. Todos estavam presentes! Clear, Tamara, meus pais, a família de Dereck e ....
- Porque ele veio? - disse Dereck com raiva.
- Ele quem? - perguntei.
- Ali! - disse Dereck apontando para o lado esquerdo da sala. Eu olhei e não entendi o porque ele tinha vindo recfepcionar o Dereck. - Arfei e disse:
- Se controla!
- Não sei não... - disse ele
- Você acabou de sair do hospital! Pode não arranjar briga?! - eu disse - Dereck fez uma cara feia e nós entramos. Começaram os abraços em Dereck. Primeiro foi a mãe dele e daí foi seguindo toda a família dele. Depois meus pais, Clear e Tamara... Por ultimo ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap 4

Capítulo 4.


Sicofanta




- Britt?! - disse Dereck dentro do quarto. Era o Dreck que me salvara daquele garoto nojento na festa da Tamara. O Dereck que eu não pudi salvar e nem fazer nada...
- Entra! - disse ele.
- Eu não me perdoaria se você se machucasse. disse Dereck ao me ver entrar.
- Me perdoa! - eu disse.
- Porque? Você não teve culpa de nada. Foi tudo armado! Eu não lembro bem, mas... - disse Dereck. Eu o interrompi dizendo:
- Mas eu devia ter te ajudado! Ligado pra polícia... alguém..
- Não se culpe! Se você ficar ao meu lado eu enfrento tudo. Você é meu espinafre!
- O que? Espinafre?
- É ! O que dar força ao Popeye...
- Dereck você ainda ver isso?! - ele sorriu e disse:
- Só não me deixe...
- Não vou desgrudar de você, só se eu for seu azar. - Ele sorriu e disse:
- Como uma "Borboleta Rainha" poderia me dar azar? - eu sorri e disse:
- O que tinha na carta amarela?
- É melhor você ler. - Ele disse me dando o papel marelo amassado e com uma letra horrível que não dava ler direito.

Para Brittany.
- Depois que Drew deixou Clear em sua porta vieram três caras encapuzados e deixaram Clear inconsciente. Eles pegaram Clear e a puseram na porta de Dereck. Ele deve ter escutado o barulho que fizeram de proppósito e abriu a porta. Por saber que se tratava da melhor amiga de Brittany (você), Dereck resolvel levá-la para a casa dele. Tudo conforme seu admirador esperava. Os três caras vigiaram a casa verde até a manhã seguinte. Seu admirador bateu em sua porta ás 10:00 da manhã quando ligamos para ele avisando que Clear havia acordado. Ele te levou até a porta de Dereck para você pensar que Dereck e Clear haviam dormido juntos. E agora que você sabe... Ele vai dizer que fez tudo por amor. Não confie!
Drew nunca amou ninguém!

- Derrepente tudo aquilo fazia sentido... Dereck nervoso ao saber que eu estava no quarto de Drew, a implicância de Drew com Dereck.... Foi Drew que machucou Dereck, ele armou tudo!
- Como ele pôde? - indaguei com um ódio no olhar.
- As vezes devemos prestar mais atenção nas coisas silpes da vida. Nem tudo que brilha pode nos fazer brilhar, as vezes nos apaga. Para sempre! - O que Dereck disse me tocou profundamente e eu disse:
- Vou cuidar de você!
- Não! Cuide de você... Pelo menos enquanto estou aqui e não posso fazer meu trabalho de anjo da guarda. - disse Dereck. - Eu dei um beijo nele e ele disse:
- Hoje está com gosto de pêssego!
- O que?- perguntei.
- Seu beijo! - ele disse sorrindo.
- É você que está com gosto de comida hospitalar. - fiz uma cara de nojo e ele sorriu.
- Acabou o tempo Srtª Dickinson. - eu olhei para Dereck e lhe dei um beijo na testa.
- Quando você volta para me ver? - indagou ele
- Não volto! - eu disse.
- Estarei aquiaté você se recuperar. - completei saindo do quarto.- Fui para a sala de espera e disse para a família de Dereck que ele queria ver todos. Uma coisa ainda me preocupava... Não sabia se Dereck lembrava ou não do que havia acontecido. Ele não me convenceu! Talvez seja por que eu sei de toda a verdade.
- Como ele está? - perguntou Christine.
- Bem. Só está atordoado e não lembra de muitas coisas. - eu disse
- Ele lembrou de você. - disse Christine sorrindo.
- Não foi tão grave assim e eu sou bem difícil de não ser lembrada. - eu disse fazendo pose.
- Você gosta dele, né? - disse Christine.
- Sim. Muito!- respondi.
- Então devo me preparar para te trazer amanhã. Porque você sabe que hospital me deixa deprimida... Vou ligar pro meu psicólogo! - disse Christine.
- Não precisa mãe. Vou ficar por aqui essa noite. - eu disse.
- De jeito nenhum! - ela gritou.
- Mãe estamos no hospital!- eu disse
- Desculpa! - Ela sussurrou.
- Também não exagera! E eu prometi ao Dereck que ficaria aqui. - eu disse
- Se Robert resolver vir aqui e te arracar do hospital aos gritos eu não vou impedir. Mas vou ter que contar tudo. - disse Christine.
- Robert não faria isso. Talvez ele ligaria de cinco em cinco minutos pedindo para eu voltar parar casa... Você sim viria gritando! - eu disse sorrindo.
- Não faço essas coisas Britt. - disse ela sorrindo.
- Obrigado mãe! - eu disse abraçando Christine e ela disse:
- Fique com isso, vai precisar! - disse ela me dando dinheiro.
- Eu te pago! - eu disse. Ela se virou e disse:
- Tchau querida se cuida... - disse ela entrando no elevador. - Meu celular vibrou estrondosamente e exigente. Tirei ele do bolso esquerdo e a luz florescente da tela que quase me cegava estava anunciando uma mensagem. Eu gritei quando vi de quem era!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Livro Monóico. Cap. 3 parte 2

Capítulo 3


- Levantei minha cabeça lentamente e vi que a voz que eu ouvia era de Dereck.
- Sim. - eu disse. - Dereck pegou Drew no colo e o levou para minha casa. Eu o olhava como se ele fosse um anjo que chegara na hora certa.
- Ele vai ficar bem? - perguntei.
- Daqui á pouco ele acorda! - disse Dereck.
- Quer um suco, uma água? - perguntei.
- Aceito uma água. - disse Dereck. Fomos em direção a cozinha e quando chegamos Dereck disse:
- Nossa! O que houve com o vidro da janela?!
- Ah, não sei... Foi na hora da briga. Acho que tacaram algo e bateu no vidro. - eu disse.
- Espera aí! Eu lembro... Já volto! - disse Dereck. Ele foi pra fora da casa e eu ouvi um barulho na sala... Devia ser Drew no sofá. Peguei a água ne geladeira e enchi um copo para quando Dereck voltasse. Fiquei inquieta e resolvi ver se Drew tinha acordado. Fui até a sala e...
- Drew?! - eu disse perplexa. - Ele tinha sumido do sofá! Escutei uma breve discussão que vinha do lado de fora da casa. Não era possível que Drew levantara do sofá e já foi arrumar briga.
- Drew?! - eu disse - ele olhou pra trás e eu vi Dereck tirando um papel amarelo de uma garrafa e guardando no bolso. Ele voltou a olhar pra Dereck e disse:
-Seu idiota! Cadê a carta?!
- Não sei! Voou... Ninguém mandou puxar da minha mão. - disse Dereck. - Dereck estava mentindo e quando eu ia entregá-lo Drew olhou pra mim esperando que eu falasse algo e eu olhei pra Dereck que estava com um dedo na boca pedindo silêncio. E eu disse:
- Dereck, sua água! - Levantei o copo que segurava.
- Drew, acho melhor você ir agora... - eu disse.
- Só se você for comigo! – ele disse.
- Eu também vou! – disse Dereck.
- Sim! Você me traz de volta. – eu disse olhando para Dereck. Eu fui com Drew no carro dele. Dereck foi no dele. Quando chegamos Drew me pediu para entrar...
- Só se for rápido. – eu disse. – Ele abriu a porta e subimos em direção ao seu quarto. Drew pegou um anel que foi da avó dele e disse:
- Obrigado por me ajudar hoje. – disse ele me dando o anel.
- Britt, eu te acho linda e sei que você é a menina que merece o anel da minha família e o meu...
- Briiiiiiiiiiiitt! - gritou Dereck.
- Drew, é lindo! Você é um anjo e... – subitamente lembrei-me do sonho e do anel que eu não deveria aceitar. Não agora! Eu não podia sair da casa de Drew comprometida com ele e morrer de amor por Dereck quando entrar em seu carro.
- Eu não posso aceitar. Preciso de um tempo para organizar minha vida e... – ele me interrompeu dizendo:
- Tudo bem! Eu te entendo... Vou te esperar.
- Ah, você é tão compreensivo. – eu disse.
- Briiiiiiiitt! – gritou Dereck novamente. Drew foi até a janela do quarto, viu que Dereck segurava a carta amarela e disse:
- Vai Britt! E diz para Dereck tomar cuidado com as pernas de pau...
- Alô? Preciso de um serviço seu...
- Isso! Tudo bem... “Te pago amanhã no colégio.”
- Fui descendo a escada de vidro lentamente. Ainda estava sob o efeito daquele anel que reluziu em meus olhos.
- Britt, entra logo no carro! – disse Dereck num tom um tanto nervoso.
- Calma! – eu disse entrando lentamente.
- Eu li a carta! Britt pode me dar atenção?! – disse Dereck
- Ah, você sabe ler?! – eu disse pra irritá-lo.
- Engraçadinha!- ele disse parando o carro.
- Porque parou? – eu perguntei.
- Tem um animal na estrada. Vou tentar tirar... – disse Dereck saindo do carro e deixando a porta aberta. Eu fiquei dentro do carro. Do nada entrou um cara encapuzado pela porta que Dereck deixou aberta e ligou o carro e deu a meia volta. Olhei pra trás e vi mais dois que estavam batendo em Dereck. Entrei em pânico e comecei a sentir falta de ar. O homem encapuzado percebeu e abriu os vidros, eu fui respirando mais aliviada. Mas ainda estava em pânico por dentro e disse:
- Não me mata. Por favor!
- Não vou fazer isso. – disse o homem.
- Fiquei mais tranqüila quando vi que ele estava entrando na minha rua. Ele parou em frente a minha casa e disse:
- Entra em casa sem olhar pra trás. E se mais alguém souber disso você será a próxima a sofrer um “acidente”. – Aquela voz me parecia estranhamente familiar, mas meu medo não deixava distingui-la.
Entrei em casa e minha vontade era de gritar. Mas eu deixaria Christine em pânico. Subi até o quarto de Christine e aproveitei seu sono pesado para pegar a chave do seu carro. Desci a escada com a chave na mão e demorei uns 20 minutos para decidir se ia ao encontro de Dereck. Decidi ir! Entrei no carro e demorei mais 5 minutos para ligá-lo. Fui dirigindo lentamente para não correr o risco de nenhum guarda me parar. Quando eu estava próximo ao local onde fomos abordados e avistei uma aglomeração de pessoas. Fui me infiltrando no meio delas e consegui ver... Dereck estava dentro de seu carro, com ferimentos na cabeça. A frente do carro estava muito amassada e encostada numa árvore. O animal ainda estava na pista. [... você será a próxima a sofrer um “acidente”] Não era possível. Era a cena perfeita de um acidente. Montada! Inventada! Mas era um acidente. Já estavam tirando Dereck do carro destruído para levá-lo ao hospital central de Los Angeles. A família de Dereck já devia está sabendo do “acidente”. Fui para casa e acordei Christine.
- Mãe, temos que ir ao hospital! – eu disse
- Ai meu Deus! Você está bem? O que houve com Robert? Você está grávida?
- Mããããe! Foi o Dereck! Um amigo da escola. – Christine pediu um tempo para se arrumar depois de 30 minutos ela perguntou:
- Onde está a chave do carro?
- Na estante da sala. – eu disse descendo a escada correndo e tirando a chave do meu bolso direito e colocando na estante. Ela desceu logo atrás de mim e pegou a chave que eu acabara de deixar na estante.
- Mãe! Não podia se maquiar menos? Nós vamos pro hospital...
- Britt eu acabei de acordar... Não vou aparecer com uma cara de cachorro amassado. Fomos para o hospital e quando chegamos eu não sabia se queria mesmo entrar lá. Criei coragem depois que passamos pela recepção. Entrei na salinha de espera e automaticamente abracei a srª Colk, mãe de Dereck. Ela me olhou e disse:
- Você é a Brittany? – Eu disse que sim com a cabeça.
- Dereck chamou por você o tempo todo. – ela disse.
- Brittany Dickinson está aqui? – perguntou o médico.
- Sim. – eu disse.
- O paciente Dereck Colk quer vê-la. Depois de Brittany os familiares poderão entrar. – Segui o médico pelo corredor branco. Cada passo que eu dava era como se eu estivesse afundando em mim.
- É esse quarto. – disse o médico apontando para o quarto 402. – eu bati na porta e ouvi uma voz dizer:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Livro Monóico - Capítulo 3

Capítulo 3 .

Voando.
- Deeeeeeereck!!! - gritei. Ele bateu a porta do guarda-roupas e foi tão real a batida que me fez
pular da cama. Olhei meia desconcertada e era Christine arrumando minha mala.
- Te acordei querida? - disse Christine. - Não respondi.
- Vamos sair daqui a pouco, é melhor se arrumar... Anda bela adormecida. - disse Christine. - Fiquei pensando no sonho que tivera. Foi tão real! E por que Dereck estava tão preocupado? E que anel era esse que eu não deveria aceitar? Fui para o banho ainda pensando no sonho...
- Vamos?! - disse Robert - eu já estava arrumada e esperando Christine acabar de se produzir pra ficar infurnada dentro de um carro e depois um avião. - Arfei. - Christine disse:
- Agora vamos!!! - eu fiquei quieta e peguei minha mala. Fomos para o carro e eu senti um aperto no peito quando passamos pela casa verde 112. Lembrei de Clear saindo daquela porta... lembrei que ela deixara meu alfabeto desprovido da letra D; E por fim... lembrei de Drew que aos meus olhos parecia tão mulherengo e se mostrou garoto sensível. Agora eu entendi porque eu me encantei por ele no ônibus... - Pegamos o avião ás 9:20 a.m, chegamos no Brasil... não sei bem a hora. Fomos para um hotel em frente a praia de Ipanema. Era 7 de Setembro, feriado no Brasil.
- Britt, soube que vai ter uma festa na praia hoje. Você vai? - perguntou Christine.
- Não sei! - eu disse.
- Britt! Você veio para se divertir não veio?!
- Sim mãããe.
- Promete que vai....
- Ok. Eu vou! Satisfeita? - eu disse. - ela sorriu. - fiquei vendo TV e escutei uma música que me fez lembrar Tamara. Estava vindo da praia. Botei uma roupa confortavel e fui até lá... Conheci muita gente.. Em especial a Débora. Eu tive dificuldades de aprender seu nome mas consegui. Ela me apresentou a 4 amigos dela que eram muito divertidos, me fizeram esquecer totalmente de Los Angeles. Minha vontade era de ficar ali até o carnaval [rsrsrs] Eles disseram que me hospedariam... Mas minha mãe nunca iria permitir.
- É, esse mês no Brasil me fez bem. - eu disse. - Christine olhou pra mim e disse:
- Que bom filha! Mas agora nós vamos voltar e você vai desfilar suas roupas brasileiras na escola! - rimos juntas. A palavra escola me fez sentir um tremor imenso, mas eu estava preparada. Espero. [pensei] . Saímos do Brasil ás 11:00 a.m., eu não queria deixar aquele paraíso. E ainda tive que me despedir da Débora e dos garotos... eles me fizeram chorar. Chegamos em L.A. á noite. Comi pizza na janta. Christine não estava com pique para cozinhar... caminhei sonolenta para o meu quarto e desabei na cama. Voltara tudo ao ínicio! Acordei me sentindo mal e o radio-relógio amarelo não parava de gritar no meu ouvido. 6:00 a.m. Levantei e fui me trocar. Não quiz comer, a pizza me deixou com um embrulho no estômago.
- Pai, está saindo agora? - perguntei.
- Sim queria. Quer que eu te leve? - disse Robert.
- Sim, se não for te atrasar. - respondi. - Fomos para o carro e meu estômago que já não estav muito bom começou a vibrar. Não era de fome! Eu estava chegando no colegio...
- Briiiiiiitt! - gritaram. - eu olhei e vi que era Clear.
- Senti sua faltam menina. - ela disse. - sorri e de mal gosto e ela percebeou, imediatamente botei a culpa na minha dor de estômago.
- Preciso da sua ajuda! - disse Clear sussurrando.
- Por que está sussurrando? - perguntei.
- Drew está na nossa sala e eu quero voltar a ficar com ele. Ma ele acha que... - eu interrompi dizendo:
- Clear, se você foi mulher para ficar com dois caras, seja mulher para perder um pelo menos. - Saí andando e deixei ela falando sozinha. Eu fui em direção a sala da minha turma e... Não acredito! O idiota do Dereck repetiu! E está na minha turma... eu nçao aguentaria... [pensei]
- Britt! Como foi de viagem?
- Bem! - eu disse entrando na sala e avistando Drew. - Não ouvi mas Dereck. Ele devia está formulando alguma pergunta idiota, como sempre faz.
- Dreeeeeew! Você também..
- Sim! - disse ele. - Me sentei ao lado dele e conversamos até a Professora de cálculos chegar. Olhei para Dereck e ele estava com raiva... não sei de quê! Ele achou que também podia ter duas garotas? Não estamos no Marrocos. eu pensei.
- Britt, senta aqui. - disse Dereck. - me virei e disse que não. Ele se aproximou e sentou na cadeira ao lado. Agora estava Drew do meu lado esquerdo, eu no meio e Dereck no meu lado direito. - Arfei e continuei conversando com Drew.
[ 12:00] As aulas aviam acabado.
- Britt, você quer estudar lá em casa? - disse Drew. - Eu não estava afim. meu estômago ainda doia e eu disse:
- Siiiiiiiiiim, calaro. Vai ser ótimo! - só porque Dereck estava ouvindo. Ele saiu de perto e eu me senti muito mal por isso. Tamara e Clear não paravam de me olhar e cochichar. Me virei para Drew e entrei no carro dele. Quando chegamos na casa de Drew eu fiquei meia sem jeito. Era tudo tão lindo e parecia tão caro. Ele abriu a porta e o telefone da casa estava tocando. Ele correu para atender, como a casa era quase toda de vidro fazia muito éco e eu ouvi toda a conversa.
- Não, não e não! Já te sustentei o tempo que ela estava fora e... Ah, vai fazer isso? Eu te entrego para a polícia! Cara, eu não tenho mais grana... Ok, ok. Me da mas um tempo... hoje não da!
- Polícia? tempo? grana?- fiquei confusa.
- Drew, me desculpe mas eu tenho que ir! Eu esqueci que prometi a meu pai que ficaria em casa para receber uma encomenda...
- Ótimo! Vamos estudar na sua casa! - disse Drew. - Voltamos para o carro e quando estávamos chegando perto da minha casa avistei Dereck jogando bola. Por isso que ele repetiu. [pensei] - O celular de Drew tocou e saímos do carro, ele atendeu.
- Não vai funcionar... desiste! Como você sabe onde eu estou? Está me seguindo? Hummm, sei. Não quer botar a carta numa garrafa pra ficar mais chique?! [gargalhou e desligou o telefone.]
Meu Deus! eu pensei. Tem alguém perigoso seguindo Drew e eu o trouxe para minha casa...
- Drew, minha mãe ta em casa! Acho que ela não vai gostar... chegamos ontem de viagem e etnho muita coisa pra arrumar e.... - ele me interrompeu e disse:
- Tudo bem Britt. Eu te entendo! Vai lá, eu vou ficar olhando o perna-de-pau jogar bola. - eu entrei antes que ele mudasse de idéia. Fiquei olhando ele pela janela da sala por um tempo... chegou um garoto e eles pareciam conversar tranquilamente. Achei que era paranóia minha e saí da janela. Derrepente escutei um barulho estrondoso na janela da cozinha, fui ver e algo tinha rachado o vidro. Olhei pelo vidro todo disfigurado e vi Drew e o tal garoto brigando. Corri para tentar separar e escurreguei no tapete que ficava no corredor entre a cozinha e a sala. Levantei com o joelho roxo, abri a porta e gritei:
- Dreeeeeeeeeeeew! - ele olhou para trás e o garoto deu um soco no rosto de Drew que o fez cair no chão inconsciente. Corri para salvá-lo! Como seu eu soubesse algo sobre primeiro socorros. Não sabia o que fazer e gritei:
- Mãããaãeee!! - e então ouvi uma voz:
- Ele só está inconsciente. Quer que eu ajude a levar ele pra dentro?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Livro Monóico- 2 Cap parte 3

2° Capítulo.
[ Borboleta Rainha]


- Desmanchei minha cara feia de acusadora, fiz uma cara de medo e disse:
- Sim! O que quer saber?
- O que aconteceu com a gente depois da festa mecheu com você? - Dereck perguntou.
- Como assim? - eu disse. - Ele começou a me explicar e eu o interrompi dizendo:
- Não sei! Eu estava bêbada... não lembro de muitas coisas. - falei com raiva.
- Do que você lembra?- perguntou Dereck.
- Por que a Clear estava na sua casa? - retruquei.
- Não responda uma pergunta com outra! Espera aí, como você sabe que a clear estava lá em casa? - disse ele perplexo.
- Desculpa Dereck, mas você acabou de me responder com outra pergunta. Então eu imagino que eu tenho o direito de não responder. - eu disse.
- Geeeeeeeeenteee!!!! - gritou Clear da sala. - E Dereck prontamente se dispois a ajudar Clear correndo em direção a sala e me deixando sozinha na porta. - Que abuso! [pensei] Acho que devo lembrar a eles que estão na minha casa! - fiz cara feia. Fiquei escutando e ouvi Dereck dizer:
- Eu te levo Clear! - Foi assim que ele me conquistou.. o cara super gentil.. ele deve fazer isso com todas...
- Briit, depois te conto tudo amiga! - disse Clear passando por mim e logo atrás dela Dereck que me deu um beijo na testa e disse:
- Precisamos conversar! - e eu disse:
- Tchau! - Subi a escada correndo antes de derramar uma lágrima.
- Mãe? Pai? Posso entrar? - eu disse batendo na porta.
- Claro! - disse Christine. - Entrei e vi os dois juntos na cama, comendo panquecas.... e eu disse:
- Preciso tanto de vocês! Assim, juntos.- Eles me abraçaram e eu chorei por quase 4 minutos e fui para o meu quarto. Christine me seguiu e perguntou se eu queria conversar; eu disse que não. Minutos depois Christine e Robert entraram no meu quarto e disseram juntos:
- Filha! - Ekes olharam um para o outro como se estivessem escolhendo quem iria falar primeiro, até que Christine disse:
- Querida, vamos fazer uma viagem e ... Ah, vai ser bom pra você, pra nós, pra nossa família...
- Pra que lugar? - perguntei..torcendo pra não ser na casa da tia Lorena.
- Brazil! Rio de Janeiro. E lá você vai poder treinar seu espanhol..
- Mãe, eles falam português! - eu disse rindo. Eles forçaram um riso pra eu me sentir melhor. - Eu prometi a mim mesmo que ia me acostumar e quem sabe até gostar de mim... quando eu não aguentasse mais eu iria chorar baixinho, pra ninguém ouvir.

Dois dias se passaram...

- Esses dois ultimos dias vendo TV e comendo.
- Britt!!! Já fez suas malas? - disse Christine.
- Não! Quando nós vamos?
- Consegui encaixar nós três no voo de amanhã! Não é maravilhoso?
- Maravilhos. - eu disse sem nenhum entusiasmo. - Fui para o meu quarto e fiquei refletindo... Dereck não me procurou, nem me ligou e... coitado de Drew. [ pensei] - Amanhã isso tudo acaba... - fui dormir.
- Britt!!! - escutei uma voz me chamando.
-Aqui!!!! - Olhei para o guarda-roupas e pensei: Deve ser minha consciência me cahmando para arrumar as malas. Se Christine souber que eu fui dormir sem fazer as malas ela iria surtar... levantei e fui abrir o guarda-roupas e...
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - gritei. - uma mão tapou minha boca e a outra me jogou na cama. me acalmei quando vi quem era, mordi a mão dele e disse:
- O que você pensa que está fazendo?!
- Precisava falar com você antes de você partir, talvez se você for e não me ouvir... Tudo vai mudar Britt! As coisas vão mudar.... Não aceite o anel! - Ele entrou de novo no guarda-roupas e eu gritei seu nome: [...]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Livro Monóico - 2 Cap. 2° parte.

2° Capítulo.
[ Borboleta Rainha]


- Saímos do carro e fomosm em direção a minha porta. E sabia, pelo menos esperava.... que algum dia eu fosse precisar de uma varanda. Eu dissera isso a minha mãe quando eu tinha 12 anos. Ela simplesmente riu de mim. Agora eu estou aqui com um garoto e não tenho uma varanda pra sentar e conversar. [pensei]
- O que está pensando amor? - disse Dereck. - Nossa! Ele acabara de estragar nossa noite. Amor?! Na primeira noite?! Só faltou ele soltar fógos e suspender uma faixa escrita: "E viva a desvalorização do amor!" Eu não digo "amor" como se fosse uma forma de comprimentar, mas encarei aquele como um "boa noite". - sorri com meus pensamentos. Pela cara que fez ele achou que eu gostei da palavra amor precosimente dita por ele.
- Ah, nada! Besteira.... - eu disse
- Posso saber? - perguntou ele.
Acredite, não vai querer! - eu disse o intimando a parara de fazer perguntas. - Ele fez uma cara de desconfiança e logo amoleuceu o semblante com um sorriso doce. Conversamos uns 30 minutos e eu resolvi me despedir. Estávamos em pé, e isso era tudo culpa de Christine!
- Bom, tenho que entrar antes que meus pais cheguem. - eu disse querendo muioto ficar.
- Tudo bem, mas quando entrar arrume um jeito de tirar esse hálito! - Eu bati no ombro dele dizendo que não podia se falar do hálito de uma garota numa noite como aquela. Ele sorriu e disse:
- Porque não posso falar do seu hálito? - eu mordi os lábio me martirizando por dentro. Minha vontade era de me bater. Não respondi nada...até que ele disse:
- Eu sei o porquê!
-Sabe? - perguntei me fazendo de tola. - Porque? - retruquei. - Ele se aproximou e meu coração covarde começou a disparar como numa corrida boba que não haveria vencedor. Ele nem saía do lugar, mas fazia um barulho estrondoso dentro de mim. Dereck disse baixinho no meu ouvido:
- Quer que eu mostre? - Eu disse que sim balançando a cabeça. Se eu abrisse a boca meu coração poderia gritar por mim... prefiri não correr o risco.
ELE ME BEIJOU! - Depois do beijo ele disse:
- Nossa! Fiquei bêbado com seu beijo! - Eu não sabia se era pelo hálito ou porque eu tinha abalado suas estruturas. sorri e disse:
- dereck, está na hora! Meus pais devem está vindo por aí... - Ele me deu um beijo na testa e e foi para o carro. Aquilo me pertuerbou mais ainda sobre ele ter ficado bêbado ao me beijar. Ele mandou um beijo pra mim e partiu. Não queria vê-lo partir sem saber onde ele morava e se eu demoraria muito para o ver de novo aquele princi... - O papel de prícipe não se encaixava muito com Dereck, tirando a sua carruagem linda!!! Fiquei gargalhando nos arbustos que tinha no jardim ... estava me sentiondo bem! Aliás tinha flor em todo meu vestido. [pensei]
- Britt?! - Olhei para o lado meia tonta. Era Christine, minha mãe! E estava de mãos dadas com Robert...
- Mãe? Pai? Ah, eu só... eu ... tô procurando um brinco que perdi. [burra, burra, burra] pensei.
- Querida, os brincos estão na sua orelha. - Botei as mãos nas orelhas e disse:
- Não é que é verdade?! - Fiz cara de desespero. Christine sabia que eu não estava pura. Entramos em casa e eu achei que ela ia surtar e começar a gritar; Ela olhou pra mim e disse:
- Vá dormir, mas antes tire esse cheiro forte da sua boca! - Fui para o meu quarto e tomei um banho rápido e gelado. Fui em direção a cama e peguei meu pijama de nuvens e arco-íris. Senti que não era meu.... eu queria dormir linda e não feito uma garotinha que esperava ter sonhos bons. Vestio o pijama e continuava linda.... do pescoço pra cima. - Arfei e dormi. - Acordei na manhã seguinte com Robert cantarolando. Aquilo não era normal, e que voz péssima ele tem! - Levantei e fui tomar café. A festa de Tamara me deixou sem proteínas.
- Pai?- eu disse chocada ao vê-lo com avental e fazendo panquecas doce.
- Bom dia querida! - ele disse radiante. - Não questionei mais...
- Posso pegar? - eu disse com as mãos na barriga para demonstrar que estava faminta.
- Essas são de christine. - disse ele apontando para as panquecas mais perfeitas e suculentas. e eu disse:
- Como foi o jantar? -Ele me olhou louco pra dar um sorriso e disse:
- Ótimo! Acho que está tudo bem entre nós... - eu dei um grito agudo e corri para dar um abaraço. - Ele me afagou nos seus peito largos e quantes e disse:
- Britt, eu acho... Contenha-se! Eu quero acoreda-la com as panquecas...
- Posso assistir? - indaguei.
- Não! - se ela estiver de bom humor eu te chamo! - disse ele levando as panquecas cobertas de chocolate e morango. E eu disse:
- Vou ficar aqui na cozinha! - Sentei na cadeira verde limão que eu adorava e fiquei refletindo sobre os ultimos acontecimentos .... Até que bateram na porta e fui com muita impaciência atender. Abri a porta e ...
- Drew?! - eu disse perplexa.
- Oi Brittany, eu.... - Ai meu Deus! Ele sabia o meu nome! - continuou ele:
- Estou procurando Clear.
- Clear? - indaguei.
- Ela disse que iria dormir aqui, mas Tamara me ligou hoje cedo dizendo que a mãe de Clear não sabia onde ela estava.... Tamara achou que Clear havia dormido comigo e me ligou, e como eu trouxe Clear aqui depois da festa..... - interrompi.
- Clear nem deu "as caras" por aqui!
- E agora?! Vou atrás dela na rua... - disse Drew muito preocupado.
- Eu também vou! - eu disse. - esqueci que estava de pijama. Entramos no carro de Drew e fomos bem lentamente pela minha rua... Até que eu avistei Dereck saindo de uma casa verde a 112 se eu não me engano. Ele deixou a porta aberta e chamou alguém, Clear saiu da casa dele se arrumando com pressa. Fervilhei! Fez uns 40º graus dentro do carro. Drew fez uma manobra arriscada e retornamos o caminho para minha casa.
- Agora sabemos porque Clear não dormiu na sua casa! - Depois de Drew ter falado aquilo e naquele tom raivoso eu mergulhei num rio de ódio. Nwem esperei ele parar direito o carro, abri a porta e saí correndo. Entrei em casa e fiquei encostada na porta. Alguns minutos depois quando decidi desgrudar da porta e ir pra sala ... ouço batidos do lado de fora... fui novamente abrir a porta não muito alegre.
- Dereck? Clear? - eu disse com um tom de desfeita. - Que abuso! [pensei] Olhei para eles e ninguém se pronunciou, como se pudessem piorar as coisas. Esatavam mesmo com cara de cupados. Dei um suspiro para me acalmar e ...
- Está nervosa Briit?! - perguntou Clear.
- Não querida, imagina... - respoindi irônoicamente. Os dois notaram minha irritação efizeram cara de dúvida.
- Sua mãe é quem deve está arrancando os cabelos por não saber onde você está! - retruquei .
- Ai meu Deus! Posso entrar? Ligar pra ela? - fiz cara de nojo e disse:
- Acho que não vai adiantar muito se você pensa em mentir dizendo que dormiu aqui. Drew esteve aqui e constatou que você não estava... Então, nesse momento ele deve está avisando a sua mãe, que vai se desesperar mais ainda e ligar pra policia. Boa Sorte! Mas se quizer tentar...
Ela entrou disparada e ligou pra casa... não quis ouvir... fiquei olhando feio pra Dereck e ele disse:
Posso te fazer uma pergunta?

sábado, 10 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap. 2

Capítulo- 2
Borboleta Rainha

- Pronta? - perguntou Christine.- Não, ansiosa... - disparei as palavras tremulas. Ela pos o espelho na minha frente, eu ainda com a venda não sabia mais se queria voltar a enchergar. Fui tirando a venda lentamente.... fiquei chocada! Eu só sabia que era eu porque não tinha mudado completamente... Ainda estava com minha calça velha e favorita
.- Meu Deus! Não achei que fosse ficar tão bom! - Exclamou Christine.
- Mãe... - fiquei sem palavars. - Só queria me olhar e me acostumar com aquela imagem. Meus cabelos de pretos e sem vida foram para castanho-médio dourado. Meu oslhos ficara ainda mais verdes e minha boca era vermelha como a "maçã" do Jardim do Éden. Eu estava realmente linda. Passei a mão pra ver se era de verdade. Não tirarm o comprimento do meu cabelo, ainda estava a baixo dos ombros, mas agora eu tinha um franjão que tampava um dos olhos. Era lindo e liso!
- Britt, chega né?! - disse Christine. Daqui á pouco vão nos cobrar cada olhada sua no espelho. - Levantei da cadeira acolchoada e disse:
- Obrigada mãe! Eu não passava de uma largata antes de tudo isso!
- Ah querida! Você sempre foi a minha "borboleta rainha". - Olhei pra ela franzindo a testa e disse:
- Mãe não existe borboleta rainha, é abelhar. - sorri.
- Agora existe, e se chama Brittany. - Meus olhos arderam. Parecia que uma chama começava a se espalhar... descendo dos meus olhos indo parara as orelhas e queimando todo o resto do meu rosto. Lacrimejei olhando para Christine emocionada. Até que meu estômago soltou um rosnado estrondoso que acabou com o clima.
- Vamos comer? - disse Christine.
- Olhei para ela meio sem graça e disse que sim balançando a cabeça. Saímos do salão e anadamos até a praça de alimentação.
- O que vai comer? - disse Christine.
- O maaaaior hamburguer que tiver... Não vai ter carne na festa da Tamara. - rimos juntas. Depois de comer fomos para o estacionamento, Christine abriu a porta do carro e disse:
- Onde estão as sacolas com as roupas? - Esbugalhei os olhos e por impulso corri em direção a entrada do shopping. Cheguei na praça de alimentação e perguntei a um garçom que tinha nos atendido, ele disse que não vira nenhuma sacola. Corri para o salão e as sacolas estão lá, acodas no canto... escondendo a nova Brittany de mim. Peguei as sacolas nervosamente e tentei rasgar o lacres sobre elas; Acabei esbarrando em alguém...
- Desculpa! - eu disse ainda com a cabeça abaixa e os olhos fitados nas sacolas. Levantei a cabeça e ...
- Alison!!!
- Britt?! - ele perguntou escclamando de uma forma surpresa. Certamente, segundos antes... bem na hora do esbarrão ele deve ter pensado: Humm me dei bem, esbarrei numa gostosa! Fiz cara de brava.
- Sim, sou eu! Vai na festa da Tamara? - perguntei.
- Claro! A gente se vê lá gost.. - A voz dele foi sumindo a medida que ele se afastava, mas eu sabia o que ele queria dizer. Achei que ficaria brava, mas me sentir desejada foi uma senssação boa e diferente. Fui pro estacionamento e nem lembrava mais que segurava a nova Brittany nas sacolas.
- Acheeeei! - levantei os braços sacudindo as sacolas.
- Então vamos! Senão vai ficar tarde. - disse Christine.
- Entrei no carro amarelo nada discreto e seguimos para casa. Durante todo o percurso não parei de me olhar. Desci do carro e minha mãe abriu a porta de casa, minha vontade era de entrar em casa correndo subir pro meu quarto e me arrumar. A festa só começaria ás 9 e ainda são 5 da tarde. Robert não estava em casa. Ele deixara um bilhete na geladeira que eu nem me importei em ler. Liguei a TV enquanto minha mãe fazia o chá da tarde; Ela achava chique. - sorri e voltei a olhar para a TV que agora estava ficando embassada de tão cansada que eu estava. Bocejei e dormi.
Acordei assustada não lembro o sonho que tive, mas não foi bom. Olhei para o grande relógio da sala que apontava com firmeza 8:23 p.m. Dei um pulo do sofá e subi a escada correndo.. entrei no meu quarto e tinha um vestido lindo florido com cores vibrantes eflores de várias cores. Era lindo! Tinha um decote arrebatador.. Eu estava mesmo pronta pra ser uma garota fatal? Não importava! Me arrumei e minha mãe deus os toques finais. Saí de casa ás 9:40. Minha mãe disse pra eu me atrazar, porque eu não sei.
- Espero que você se divirta! - eu disse pra minha mãe que estava deslumbrante pra sair com seu ex-marido.
- Hoje a noite é sua querida. - disse christine. sorri para ela e fomos para o carro. Robert dirigiu até a casa de Tamara que já estava borbulhando de gente.
- Não aceite bebida alcólica! - disse Robert.
- Deixe ela! - retrucou Christine.
- Volto que horas pra te buscar? - disse Robert.
- Ah, não precisa! Eu volto de carona... - eu disse - De jeito nenhum! - disse Robert me reprovando.
- Volta de acrona siiiim querida! Divirta-se! - disse Christine.
- Eles começaram uma nova briga, e eu? fui me afastando e eles nem perceberam. Entrei na casa! Avistei Tamara mas ela sumiu do meu alcance. Gritei! Mas ela não ouviu, a música estava alto... tocava Lucy and the popsonics. Ela ama essa banda! Derrepente sento uma mão no meu ombro...
- Querida, pra entrar na festa você deve ir naquela bancada amarela e pegar um acessório divertido. - disse uma mulher que nunca vi na vida.
Olhei a minha volta e todos estavam semi-fantasiados. Fui até a bancada amarela e avistei uma asa... não era de borboleta nem de abelha. Era colorida e combinava com a estampa do meu vestido. Saí pela casa procurando Tamara, encontrei Alison. Ele parecia estar feliz em me ver. Abriu um sorriso enorme e disse:
- Estava te esperando! - sorri de volta pra ele e disse:
- Viu Tamara ou Clear? - perguntei.
- Clear estava na cozinha com um cara e Tamara acabou de ir pra piscina. - disse Alison.
- Clear na cozinha com um cara. Martelei aquilo três vezes na minha cabeça. Não aguentei e fui lá conferir...
- Cheguei na cozinha e vi Clear e Drew no maior amasso.
- Não seria tão vulgar se ele estivesse comigo. [pensei]
- Saí imediatamente de lá. Fui atrás de Tamara, mas quando passei da cozinha para sala vi um pessoal jogando cartas, parei ali e pedi pra jogar... eu só não sabia que era valendo um copo de Vodka. Perdi três vezes seguidas, e com elas me deram a bebida. Eu não estava bêbada! Mas tinha um hálito forte e todos me achavam fraca para aquilo. Aproveitei minha fama de boa moça bêbada e fui dançar. Tamara passou do meu lado e eu gritei:
- Tammy, só eu chamava ela assim. Ela parou e deu um grito, me abraçou e disse o quano eu estava linda. Disse que eu parecia uma fada dos filmes da Disney. Um garoto se aproximou e Tamara fugiu... dancei com elepor um bom tempo depois caí fora. Eu queria mais! Queria emoção, testar o quanto eu pudia naquela noite. Fui no banheiro e peguei um batom vermelho e escrevi numa folha que achei jogada no chão:
Beijo grátis!Derrepente uma fila enorme se formou na minha frente, e eu vibrei com o resultado. Dei um beijo na bochecha de quatro garotos. Oquinto tentou me agarrar. Eu gritei, mas ninguém me ajudava. Até que senti um empurrão que fez aquele garoto nojento voar longe. Era Dereck! Ele pegou o cartaz da minha mão e rasgou em pedacinhos. Afila foi se desfazendo e ele gritou:
- "Tá" ficando maluca?! - parecia Robert recriminando minha mãe. E eu só consegui dizer:
- Obrigado... É, acho que vou pra casa.
- Eu te levo. - disse Dereck.
- Não despensei a compania. Saímos da festa e a primeira coisa que perguntei foi:
- Oque está fazendo aqui? - perguntei.
- Minha turma foi convidada! - ele disse.
- Sua turma?! - retruquei.
- Sou da mesma escola que você á duas semanas e ... você não presta atenção e nada mesmo heim! - reclamou ele.
- Só não preto atençao em você! - Eu disse quase gritando com raiva. Acho que ele percebeu meu stress e deu uma risada irônica.
- Você está linda! - disse ele. - Agradeci.
- Você é do ultimo ano? - perguntei.- sou, mas vou repetir... não tive boas notas e.. Ah, não frequento tanto. - sorriu ele.
- você quer ir no meu carro ou vai voando?! - perguntou ele.
Eu me virei pensando ter um jatinho particular atrás de mim... voltei a olhar pra ele com cara de dúvida. E ele disse:- Você está com uma asa! Parece uma borboleta.... a mais linda que já vi!
- fiquei sem graça e tirei a sas jogando no chão. E disse:
- Vou no seu carro. - Ele sorriu abrindo a porta do carro e disse:
- Pode entrar borboleta.
- Rainha! - eu acrescentei. Ele me olhou franzindo a testa e disse:
- O que?
- Borboleta Rainha! - eu disse.
- Mas não existe borboleta rainha, é abelha. - sorriu ele.
- Fala isso pra minha mãe! - eu disse. - sorrimos e fomos conversando até chegar na porta da minha casa...