sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap. 6


Capítulo 6.




Minha terra, meu céu, meu ar...



- ...Por isso achei aquela voz tão conhecida. Era Alison comigo no carro!
- Vocês sabem onde ele está?! - perguntei.
- Não! - respondeu Dereck. - Olhei para trás e Clear e Drew não se desgrudavam. Foi lindo! Como se eles não se vissem a anos.. O sinal tocou e Clear foi para casa de Drew. Tamara pegou carona comigo e Dereck. Quando chegamos em casa estava tudo muito silencioso. Eu já tinha me acostumado a ouvir a voz de Christine quando eu chegava do colégio, Robert também estava trabalhando.
- Será que ele sabe que nós descubrimos? - perguntei.
- Sim, eu acho.. - disse Dereck.
- Tenho medo do que ele pode fazer... Não entendi muito bem a mensagem. - eu disse.
- Não se preocupe Britt. - disse Dereck me abraçando.
- Vou subir e me trocar! Vai almoçar aqui? - perguntei.
- Você quem vai fazer a comida?! - Dereck perguntou.
- Sim! - eu disse sorrindo.
- Ok! Tenho que me acostumar com sua comida mesmo... Mas vou logo avisando, a melhor é da minha mãe. - eu sorri e subi a escada pensando no que eu ia preparar para ele. E se ele ia gostar. Quando entrei no meu quarto...
- AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! - gritei. - Pude ouvir Dereck subir a escada bem rápido e quando ele chegou ao meu quarto perdeu a voz, só me abraçou e eu chorei.
- Na parede do meu quarto, no alto da minha cama tinha uma mensagem. A mesma mensagem!

"Se não posso ficar no seu coração... Ficarei na sua mente!"


- Isso já está ficando fora de controle! Vou ligar para polícia... - disse Dereck pegando o celular.

- Dereck como você vai provar que foi ele? - perguntei.

- Tem razão! - disse Dereck desligando o celular.

- Vamos descer! - disse Dereck.

- Ele esteve aqui! E se ainda estiver... Escondido... - eu disse.

- Então, vamos descer! Se ele estiver aqui e nós estivermos na cozinha é bem mais fácil para pegar uma faca. - disse Dereck. - Nós descemos a escada e eu estava muito nervosa. Sentei na cadeira verde- limão da cozinha e Dereck começou a tirar as coisas da geladeira.

- Tem tomate? - ele perguntou.

- Dereck! Você não está com medo?! - perguntei.

- Estou! Mas não sou fraco ao ponto de demonstrar. - ele disse. Ele era a minha fortaleza, se Dereck desabasse eu também desabaria. Ele era meu porto seguro. O mais aconchegante e tranquilo que eu tinha. Tentei não pensar naquilo e disse:

- Sabe cozinhar?

- Claro! - ele respondeu

- O que vai fazer? - perguntei.

- Panquecas! - ele disse!

- Hummmmm! Adoro! - eu disse - Ele sorriu e ficou concentrado nas panquecas. Na hora de cortar o tomate ele batia a faca tão forte sobre o tomate que espirrava para todos os lados. Ele estava transformando seu medo em ódio e descarregando tudo no pobre tomate. Eu deveria fazer o mesmo! decidi não ficar parada e fui fazer um suco de laranja. Depois que almoçamos ficamos vendo filmes...

- Oi crianças! - disse Christine.

- Mãe! Que bom que você chegou... Está tudo bem? Alguém te machucou? Cadê Robert?

- O que houve com ela? - perguntou Christine olhando para Dereck.

- Eu te mostro depois! Tem panquecas no forno!

- Você fez panquecas? - perguntou Christine.

- Hummmmm panquecas! Aonde? - perguntou Robert.

- Não fui eu, foi o Dereck! - dei um sorriso.

- Que amor! - disse Christine.

- Éca! - disse Robert.

- Pai! Está melhor que as suas... - eu disse. Ele sorriu e fo direto atacar as panquecas.

- Robert! Lave as mãos primeiro! - disse Christine. Ouvimos da cozinha ele dizer:

- Droga! Parece minha mãe! - todos rimos

- Christine ficou indignada com o que tinha acontecido no meu quarto. Pedi para ela não contar a Robert porque ele entraria em pânico e ligaria para a polícia, bombeiro, guarda-florestal e tudo mais. Fui me despedir de Dereck e disse:

- Não vou dormir no meu quarto!

- E Robert não vai desconfiar? - ele perguntou.

- Ah, eu falo que tinha um rato e por isso não quis dormir lá! - respondi. - Ele arregalou os olhos e fez uma cara de que estava preparando algo. Eu queria muito saber o que ele estava pensando. Ele me deu um beijo apressado e disse:

- Tchau meu amor! - ele nem esperou eu entrar em casa, saiu correndo. Pensei em gritar: Medroso! Mas achei que ele não me ouviria pela distância. Entrei em casa e me encaixei no sofá menor. Acordei na manhã seguinte e me arrumei. Não estava atrasada! Fui para a cozinha comer e esperar Dereck passar pra me levar.

- Britt?- disse Christine.

- Oi! - respondi.

- Vou te levar hoje! Dereck ligou avisando que não vai ao colégio. - ela disse.

- Porque? - indaguei.

- Não sei! - ela respondeu. - Peguei minha mochila e fui para o carro amarelo canário de Christine. Cheguei na escola e Tamara grudou em mim.

- Hoje eu não vou fazer serviço duplo! Aleluia! - disse Tamara.

- O que? - perguntei.

- Dereck não veio... Então não vou ficar de vela pra dois casais. - eu sorri e nós entramos para a sala de aula. As aulas foram L.C. [ lentas e chatas] Quando o sinal da saída tocou eu dei um pulo da cadeira e arrumei minhas coisas em um minuto.

- Vem com a gente Britt! - disse Drew.

- Ah, não obrigada! Você mora no outro sentido.... Não quero dar trabalho. - eu disse.

- Mas eu vou dar carona para Tamara e ela mora depois de você.

- Ok! - eu disse - entramos no carro de Drew e fomos para minha casa. Clear disse que queria ir ao banheiro. Acabou todo mundo entrando lé em casa. Quando abri a porta vi nos degraus da escada uns dizeres...

- Suba! Suba mais um pouco! Agora vire a direita! - Subi a escada e todos me acompanharam. Tamara estava rindo descontroladamente. Ela fazia isso quando ficava muito nervosa. Virei a direita e me deparei com um cartaz colado na minha porta que dizia:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Livro Monóico Cap. 5 parte 2

Capítulo 5



Encontros



- Você pensa que pode brincar com os outros e depois agir como se nada tivesse acontecido?! - gritou Dereck.
- Do que você está falando?! - perguntou Drew
- Ah, você não sabe? Quer umas pancadas na cabeça pra vê se lembra? - disse Dereck.
- Cara desculpa, mas vocÊ pegou a Clear e eu dei em cima da Britt sim! - disse Drew.
- Você inventou tudo isso! Você é doente mesmo! Todo mundo já leu a carta! - disse Dereck.
- Seu desgraçado! Você não disse que tinha voado?! - disse Drew.
- Como teve coragem de fazer aquilo?! - disse Dereck.
- O poema?! Ei tirei da internet. - disse Drew
- Já te entregaram Drew. É melhor você parar com essa farsa! - disse Dereck. - Drew puxou a carta amrela e amassada da mão de Dereck e começou a ler e disse:
- Não foi eu que escrevi isso!
- Claro que não foi. Alguém te entregou Drew! - disse Dereck.
- Não, não... A carta que eu não queria que você e Britt visse era um poema que eu escrevi. Eu estava com raiva por você e Clear terem dormido juntos e resolvi dar em cima da Britt. Eu deixei a carta na casa do Andrew, primo do Alison. Ele me ligou ameaçando entregar o poema e eu não deixei... Foi quando começou a briga em frente a casa da Britt. Ele tacou a garrafa e eu achei que dentro dela estava o poema tosco que eu ia mandar para Britt. E quando eu vi que você leu e ia mostrar para Britt... Eu liguei para Alison pedindo para ele tentar resgatar a carta, já que ele era seu amigo e da Britt. Ele disse que iria cobrar eu disse que iria pagar a lele na escola, só que eu tive que passar 4 dias fora! Fui para Nova York me tratar. Eu tenho uma doença rara... Fibrose Sística.
- Espera aí! Quem jogou a garrafa?! - perguntou Dereck.
- O primo do Alison! - respondeu Drew.
- Então... Ai meu Deus! Eu mandei Britt e as garotas ficarem com Alison. - disse Dereck.
- O que? Pra que?- disse Drew.
- Cara deixa de ser lerdo! - disse Dereck.
- Você não dormiu com Clear?! - perguntou Drew.
- Claro que não! - respondeu Dereck.
- Corre! Temos que ver se Alison fez algo com elas.... - disse Dereck correndo. Drew disparou em seguida pelo corredor e gritando:
- Mas o que ele faria?
- Foi ele quem armou isso tudo. - respondeu Dereck. - ele continuaram a correr e Drew ainda estava meio confuso, ele não sabia de toda a história.Quando chegaram na sala...
Tudo estava normal. Eles olharam meio desolados e Dereck disse:
- Cadê o Alison?
- Não sei... Não achei ele! Ele sumiu depois que você foi para o banheiro. - disse Britt
- Droga! - disse Dereck.
- Calma! Não aconteceu nada comigo... Porque você estava com Drew. - perguntei.
- Não é ele! - disse Dereck.
- O que? - senti uma mão no meu ombro e me virei. Era Tamara me catucando para eu olhar lá no fundo da sala.
- Meu Deus! Clear é maluca?! - indaguei. Ela estava aos beijos com Drew.
- Não é ele! - disse Dereck.
- É sim! O Drew! - disse Tamara.
- Gente! Não foi ele que fez tudo aquilo. Drew é inoscente... Ele é tão vítima quanto nós.
- O que?- eu disse. Era difícil acreditar no que eu ouvia. Meu celular vibrou e eu o tirei com cuidado do bolso para que a professora de Literatura não visse. Abri a caixa de mensagem e estava escrito:
"Se não posso ficar no seu coração... Ficarei na sua mente!"
Olhei subitamente para Drew e ele ainda estava aos beijos com Clear. Realmente! Não era ele.. Então...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Capítulo 5

Capítulo 5


Encontros



- Dereck apertou a mão dele e disse:
- Que bom que você veio! - que falsidade [pensei] - Alison olhou para ele e disse:
- Obrigado. - ele sorriu e Dereck gritou se virando para o pessoal:
- Pessoal! Ei... estou muito feliz por todos que estão aqui, quero aproveitar esse momento para pedir ao senhor robert Dickinson para namorar com Britt. - Alguém derrubou um copo no chão que fez um barulho estrondoso e irritante. Olhamos para ver e tinha sido Alison.
- Desculpe. - disse ele tentando limpar .
- Eu limpo! - disse a mãe de Dereck.
-Sabe fazer panquecas? - disse Robert.
- Claro! - respondeu Dereck
- Então pode casar... - Todos começaram a rir e vi que Alison estava indo embora. [coitado] Deve ter ficado com muita vergonha pelo copo... [pensei]
Ficamos na casa de Dereck até ás 17:30 da tarde. - Cheguei em casa cansada pelos ultimos três dias. Amanhã nao seria um dia fácil! Escola, matérias perdias e Drew. Subi para meu quarto e peguei no sono... Acordei na manhã seguinte e achei que só tinha dormido 20 minutose. Três dias foram o suficiente para eu me desacostumr a acordar cedo. Me arrumei lentamente e quando cheguei na cozinha para tentar comer algo...
- Briiiiiitt estamos atrasados! - gritou Dereck - peguei uma maçã com a mão direita e na outra eu levava minha mochila que pesava uns 40 kg .... Não lembrava o quanto era difícil estudar.
- Você está pronta? - perguntou ele enquanto eu entrava no carro.
- Acho que sim, e você? - perguntei.
- Estou! - disse Dereck socando uma das mãos .
- Não Dereck! Sem brigas! Você acabou de.. - ele me interrompeu dizendo:
- Ok! Mas se ele quiser não vou negar. - Olhei para ele com uma cara feia e ele ligou o carro dando uma arrancada bruta que quase me vez voar.
- Pode ser mesnos agressivo? -perguntei.
- A culpa não é minha dessa vez... Você nos atrasou e.. Acorda Britt! - Olhei novamente com uma cara feia e me virei para dormir mais um pouco.
Assim que chegamos Dereck ficou obsecado por achar Drew. Parecia um cao farejador.
- Ele não pareceu... - disse Dereck.
- Ele não tem aperecido ha uns três dias. - disse tamara.
- Espero que não venha mais! - disse Clear
- Era melhor ter o inimigo por perto. - eu disse
- Vamos vigiar a casa dele! - disse Dereck.
- Não! Ele pode está nos vigiando... Lembra?! Ele não está sozinho. - disse Clear.
- Estou boiando. - disse Alison.
- Dereck acha que está num seriado policial! - Todos riram e fomos para a sala.
Ninguém conseguia prestar a tenção nas aulas, conversamos mais do que copiamos.
- Quietos! - disse o professor de Biologia. - Ficamos passando bilhetes a aula inteira...
- TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIMM - anunciou o sinal. [hora do intervalo]
- Dereck! Pega água pra mim? - eu disse. - Meu celular vibrou exigente e eu o tirei do bolso esquerdo da calça e vi a tela florescente que iluminou nossa mesa naquela manhã nublada. bri a caixa de mensagem e... Fiquei em estado de choque quando li. Fui mostrando para todos e por ultimo Dereck.
[ Se você demorar... Eu vou te buscar.] - dizia a mensagem.
- Temos que chamar a polícia! - disse Clear
- Não! Vai começar a histórinha de adolescentes assombrados por um maníaco?! Gente! Não estamos num filme... - disse Tamara.
- Nós não temos provas! - disse Alison
- Gente, calma! Temos que char uma forma de incriminar Drew. - eu disse
Quando voltamos para a aula não parei de pensar na mensagem. Passei o tempo todo lembrando e..
- TRIIIIIIIIIIIIIIIM! - agora o sinal tocava para o final das aulas.
Acabaram as aulas e fosmos para minha casa, eu e Dereck. Passei a tarde toda com ele copiando as matérias perdidas. Recebi outra mensagem...
[ Eu te amo bem antes de você se transformar] - dizia na mensagem.
Depois que Dereck leu ele fez uma cara de raiva e eu disse:
- Eu te amo bem antes disso tudo. Eu só não te conhecia. - ele sorriu e se debrucçou sobre mim para me dar um beijo. Robert apareceu bem na hora e disse:
- É assim que vocês estudam ?! Estão trocando informações?! - nós rinmos e Robert foi subindo a escada.
- No dia seguinte fomos para a escola e vimos o carro de Drew no estacionamento. Dereck fervilhou de raiva. Entramos na sala e Dereck disse:
- Onde está ele?
- Na diretoria. - disse Tamara.
- Dereck por favor... - eu disse. A aula estava começando até que Drew passou pela porta olhando para nós e disse:
- Oi Britt! - Eu congelei de medo, mas algo me impulsionava a abrir a boca e eu disse:
- Oi. - Dereck olhou pra mim e seu rosto vermelho de raiva me fez sentir como se eu tivesse me entregando para o meu assassino.
- Por que você falou com ele?- reclamou Dereck
- Desculpa.. Eu não sabia o que dizer... - O sinal para o intervalo tocou e nós saímos. Drew foi novamente pra a diretoria. Os 25 minutos de intervalo se passou voando. Acho que era fruto da minha adrenalina.
- Britt. Fique junto do Alison e das garotas... Vou no banheiro, ok? - disse Dereck
- Ok. - eu disse. - ele foi até a mesa que estava o pessoal do futebol e eu fui andando para a sala com Britt, Clear e Alison.
- Oi, pode fazer um favor pra mim? Entrega esse bilheta para Drew Park. - disse Dereck para um dos menbros da equipe de futebol.
- Ok. - disse o garoto. - Dereck se dirigiu para o vestiário e quando chegou lá Drew já estava o esperando.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Livro Monóico Cap. 4 parte 2

Capítulo 4


Sicofanta


- Era da Débora! Ela estava perguntando como eu tinha chegado e se havia alguma novidade. Não dava para responder o que ocorreu nos ultimos dias pelo celular, achei melhor responder por e-mail em casa.
- Querida você ainda está por aqui? - disse a srª Colck
- Prometi a Dereck que passaria a noite aqui. - respondi.
- Mamãe ela é a namorada do Dreck? - disse Zac o irmão de 4 anos de Dereck. - Achei tão fofo aquela criança que não sabia pronunciar o nome do irmão mais velho. [ Dreck] sorri. A srª Colck me olhou e disse:
- Não sei, mas se for.... Dereck tem muita sorte. - eu sorri agora meio sem jeito. Senti a maçã do rosto enrrigecer e queimar. Eu tinha a plena certeza que estava parecendo um tomate. Lucy a irmã do meio entro na sala de espera e disse:
- Britt ele quer te ver antes de dormir.
- Obrigada! - eu disse e fui para o quarto 402 e dessa vez não bati na porta.
- Mandou me chamar? - perguntei.
- Não acreditei que você dormiria aqui por mim. - disse Dereck
- Por que não? - indaguei.
- Ah, não sei.... Sabia que minha família gostou de você?
- Sério?! - eu disse com uma certa empolgação.
- Se esconde.. Rápido!!! - corri para o banheiro sem nem saber o porque. Logo depois escutei a porta se abrindo.
- Precisa de alguma coisa? - disse uma enfermeira.
- Não! - respondeu Dereck prendendo um riso.
- Vou desligar a luz. O tempo de visita acabou e se você quer se recuperar logo deve descansar.- disse a enfermeira apagando a luz e saindo do quarto.
- Pode vim! - disse ele. Sai do banheiro rindo descontroladamente.
- Você é péssimo mentindo. - eu disse
- Me abraça! - ele disse. Eu me debrucei sobre Dereck com muito cuidado e o abracei.
- Pode dormir assim? - ele perguntou.
- Se você afastar um pouco para a direita... - Ele afastou e eu me encaxei na cama apertada que nos unia. Dereck começou a cantarolar uma música que ele disse ter feito pra mim. Era péssima! Mas só de saber que foi feita pra mim quase me emocionei.
- Imagina se eu morresse. - ele disse.
- Não fala besteira! - reclamei.
- Eu quero ser cremado quando eu morrer. - ele disse.
- Se você morresse e fosse cremado, eu inalaria toda a fumaça e depois faria uma escultura com as suas cinzas. Só pra te sentir de novo.
- Ah minha borboleta! E se você aprendesse a voar eu amaldiçoaria o chão e faria uma casa flutuante. Só pra ficar do seu lado. - disse Dereck
- Você precisa parar de ver desenhos. - eu disse - Nós rimos um bom tempo... Foi a noite mais linda da minha vida.
- Passei três dias e três noites com Dereck no hospital. Christine que estava de férias no trabalho me trazia roupas e comida. Ela sabe o quanto vale um amor, e o quanto dói perder um.
- Acordamos agitados... Dereck finalmente saíria daquele hospital!
- Vamos minha enfermeira particular? - ele disse
- Vamos! - eu disse segurando a mão dele. Entramos no táxi e seguimos para a casa de Dereck. Quando chegamos o taxista teve que nos ajudar com as malas. Christine levou quase todo o meu armário para o hospital, eu tive que esconder a mala debaixo da cama em que Dereck ficava. Ela até trouxe uma blusa rosa; Disse que combinava com a decoração do hospita. Abri a porta com Dereck do meu lado e começaram a gritar. Todos estavam presentes! Clear, Tamara, meus pais, a família de Dereck e ....
- Porque ele veio? - disse Dereck com raiva.
- Ele quem? - perguntei.
- Ali! - disse Dereck apontando para o lado esquerdo da sala. Eu olhei e não entendi o porque ele tinha vindo recfepcionar o Dereck. - Arfei e disse:
- Se controla!
- Não sei não... - disse ele
- Você acabou de sair do hospital! Pode não arranjar briga?! - eu disse - Dereck fez uma cara feia e nós entramos. Começaram os abraços em Dereck. Primeiro foi a mãe dele e daí foi seguindo toda a família dele. Depois meus pais, Clear e Tamara... Por ultimo ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Livro Monóico - Cap 4

Capítulo 4.


Sicofanta




- Britt?! - disse Dereck dentro do quarto. Era o Dreck que me salvara daquele garoto nojento na festa da Tamara. O Dereck que eu não pudi salvar e nem fazer nada...
- Entra! - disse ele.
- Eu não me perdoaria se você se machucasse. disse Dereck ao me ver entrar.
- Me perdoa! - eu disse.
- Porque? Você não teve culpa de nada. Foi tudo armado! Eu não lembro bem, mas... - disse Dereck. Eu o interrompi dizendo:
- Mas eu devia ter te ajudado! Ligado pra polícia... alguém..
- Não se culpe! Se você ficar ao meu lado eu enfrento tudo. Você é meu espinafre!
- O que? Espinafre?
- É ! O que dar força ao Popeye...
- Dereck você ainda ver isso?! - ele sorriu e disse:
- Só não me deixe...
- Não vou desgrudar de você, só se eu for seu azar. - Ele sorriu e disse:
- Como uma "Borboleta Rainha" poderia me dar azar? - eu sorri e disse:
- O que tinha na carta amarela?
- É melhor você ler. - Ele disse me dando o papel marelo amassado e com uma letra horrível que não dava ler direito.

Para Brittany.
- Depois que Drew deixou Clear em sua porta vieram três caras encapuzados e deixaram Clear inconsciente. Eles pegaram Clear e a puseram na porta de Dereck. Ele deve ter escutado o barulho que fizeram de proppósito e abriu a porta. Por saber que se tratava da melhor amiga de Brittany (você), Dereck resolvel levá-la para a casa dele. Tudo conforme seu admirador esperava. Os três caras vigiaram a casa verde até a manhã seguinte. Seu admirador bateu em sua porta ás 10:00 da manhã quando ligamos para ele avisando que Clear havia acordado. Ele te levou até a porta de Dereck para você pensar que Dereck e Clear haviam dormido juntos. E agora que você sabe... Ele vai dizer que fez tudo por amor. Não confie!
Drew nunca amou ninguém!

- Derrepente tudo aquilo fazia sentido... Dereck nervoso ao saber que eu estava no quarto de Drew, a implicância de Drew com Dereck.... Foi Drew que machucou Dereck, ele armou tudo!
- Como ele pôde? - indaguei com um ódio no olhar.
- As vezes devemos prestar mais atenção nas coisas silpes da vida. Nem tudo que brilha pode nos fazer brilhar, as vezes nos apaga. Para sempre! - O que Dereck disse me tocou profundamente e eu disse:
- Vou cuidar de você!
- Não! Cuide de você... Pelo menos enquanto estou aqui e não posso fazer meu trabalho de anjo da guarda. - disse Dereck. - Eu dei um beijo nele e ele disse:
- Hoje está com gosto de pêssego!
- O que?- perguntei.
- Seu beijo! - ele disse sorrindo.
- É você que está com gosto de comida hospitalar. - fiz uma cara de nojo e ele sorriu.
- Acabou o tempo Srtª Dickinson. - eu olhei para Dereck e lhe dei um beijo na testa.
- Quando você volta para me ver? - indagou ele
- Não volto! - eu disse.
- Estarei aquiaté você se recuperar. - completei saindo do quarto.- Fui para a sala de espera e disse para a família de Dereck que ele queria ver todos. Uma coisa ainda me preocupava... Não sabia se Dereck lembrava ou não do que havia acontecido. Ele não me convenceu! Talvez seja por que eu sei de toda a verdade.
- Como ele está? - perguntou Christine.
- Bem. Só está atordoado e não lembra de muitas coisas. - eu disse
- Ele lembrou de você. - disse Christine sorrindo.
- Não foi tão grave assim e eu sou bem difícil de não ser lembrada. - eu disse fazendo pose.
- Você gosta dele, né? - disse Christine.
- Sim. Muito!- respondi.
- Então devo me preparar para te trazer amanhã. Porque você sabe que hospital me deixa deprimida... Vou ligar pro meu psicólogo! - disse Christine.
- Não precisa mãe. Vou ficar por aqui essa noite. - eu disse.
- De jeito nenhum! - ela gritou.
- Mãe estamos no hospital!- eu disse
- Desculpa! - Ela sussurrou.
- Também não exagera! E eu prometi ao Dereck que ficaria aqui. - eu disse
- Se Robert resolver vir aqui e te arracar do hospital aos gritos eu não vou impedir. Mas vou ter que contar tudo. - disse Christine.
- Robert não faria isso. Talvez ele ligaria de cinco em cinco minutos pedindo para eu voltar parar casa... Você sim viria gritando! - eu disse sorrindo.
- Não faço essas coisas Britt. - disse ela sorrindo.
- Obrigado mãe! - eu disse abraçando Christine e ela disse:
- Fique com isso, vai precisar! - disse ela me dando dinheiro.
- Eu te pago! - eu disse. Ela se virou e disse:
- Tchau querida se cuida... - disse ela entrando no elevador. - Meu celular vibrou estrondosamente e exigente. Tirei ele do bolso esquerdo e a luz florescente da tela que quase me cegava estava anunciando uma mensagem. Eu gritei quando vi de quem era!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Livro Monóico. Cap. 3 parte 2

Capítulo 3


- Levantei minha cabeça lentamente e vi que a voz que eu ouvia era de Dereck.
- Sim. - eu disse. - Dereck pegou Drew no colo e o levou para minha casa. Eu o olhava como se ele fosse um anjo que chegara na hora certa.
- Ele vai ficar bem? - perguntei.
- Daqui á pouco ele acorda! - disse Dereck.
- Quer um suco, uma água? - perguntei.
- Aceito uma água. - disse Dereck. Fomos em direção a cozinha e quando chegamos Dereck disse:
- Nossa! O que houve com o vidro da janela?!
- Ah, não sei... Foi na hora da briga. Acho que tacaram algo e bateu no vidro. - eu disse.
- Espera aí! Eu lembro... Já volto! - disse Dereck. Ele foi pra fora da casa e eu ouvi um barulho na sala... Devia ser Drew no sofá. Peguei a água ne geladeira e enchi um copo para quando Dereck voltasse. Fiquei inquieta e resolvi ver se Drew tinha acordado. Fui até a sala e...
- Drew?! - eu disse perplexa. - Ele tinha sumido do sofá! Escutei uma breve discussão que vinha do lado de fora da casa. Não era possível que Drew levantara do sofá e já foi arrumar briga.
- Drew?! - eu disse - ele olhou pra trás e eu vi Dereck tirando um papel amarelo de uma garrafa e guardando no bolso. Ele voltou a olhar pra Dereck e disse:
-Seu idiota! Cadê a carta?!
- Não sei! Voou... Ninguém mandou puxar da minha mão. - disse Dereck. - Dereck estava mentindo e quando eu ia entregá-lo Drew olhou pra mim esperando que eu falasse algo e eu olhei pra Dereck que estava com um dedo na boca pedindo silêncio. E eu disse:
- Dereck, sua água! - Levantei o copo que segurava.
- Drew, acho melhor você ir agora... - eu disse.
- Só se você for comigo! – ele disse.
- Eu também vou! – disse Dereck.
- Sim! Você me traz de volta. – eu disse olhando para Dereck. Eu fui com Drew no carro dele. Dereck foi no dele. Quando chegamos Drew me pediu para entrar...
- Só se for rápido. – eu disse. – Ele abriu a porta e subimos em direção ao seu quarto. Drew pegou um anel que foi da avó dele e disse:
- Obrigado por me ajudar hoje. – disse ele me dando o anel.
- Britt, eu te acho linda e sei que você é a menina que merece o anel da minha família e o meu...
- Briiiiiiiiiiiitt! - gritou Dereck.
- Drew, é lindo! Você é um anjo e... – subitamente lembrei-me do sonho e do anel que eu não deveria aceitar. Não agora! Eu não podia sair da casa de Drew comprometida com ele e morrer de amor por Dereck quando entrar em seu carro.
- Eu não posso aceitar. Preciso de um tempo para organizar minha vida e... – ele me interrompeu dizendo:
- Tudo bem! Eu te entendo... Vou te esperar.
- Ah, você é tão compreensivo. – eu disse.
- Briiiiiiiitt! – gritou Dereck novamente. Drew foi até a janela do quarto, viu que Dereck segurava a carta amarela e disse:
- Vai Britt! E diz para Dereck tomar cuidado com as pernas de pau...
- Alô? Preciso de um serviço seu...
- Isso! Tudo bem... “Te pago amanhã no colégio.”
- Fui descendo a escada de vidro lentamente. Ainda estava sob o efeito daquele anel que reluziu em meus olhos.
- Britt, entra logo no carro! – disse Dereck num tom um tanto nervoso.
- Calma! – eu disse entrando lentamente.
- Eu li a carta! Britt pode me dar atenção?! – disse Dereck
- Ah, você sabe ler?! – eu disse pra irritá-lo.
- Engraçadinha!- ele disse parando o carro.
- Porque parou? – eu perguntei.
- Tem um animal na estrada. Vou tentar tirar... – disse Dereck saindo do carro e deixando a porta aberta. Eu fiquei dentro do carro. Do nada entrou um cara encapuzado pela porta que Dereck deixou aberta e ligou o carro e deu a meia volta. Olhei pra trás e vi mais dois que estavam batendo em Dereck. Entrei em pânico e comecei a sentir falta de ar. O homem encapuzado percebeu e abriu os vidros, eu fui respirando mais aliviada. Mas ainda estava em pânico por dentro e disse:
- Não me mata. Por favor!
- Não vou fazer isso. – disse o homem.
- Fiquei mais tranqüila quando vi que ele estava entrando na minha rua. Ele parou em frente a minha casa e disse:
- Entra em casa sem olhar pra trás. E se mais alguém souber disso você será a próxima a sofrer um “acidente”. – Aquela voz me parecia estranhamente familiar, mas meu medo não deixava distingui-la.
Entrei em casa e minha vontade era de gritar. Mas eu deixaria Christine em pânico. Subi até o quarto de Christine e aproveitei seu sono pesado para pegar a chave do seu carro. Desci a escada com a chave na mão e demorei uns 20 minutos para decidir se ia ao encontro de Dereck. Decidi ir! Entrei no carro e demorei mais 5 minutos para ligá-lo. Fui dirigindo lentamente para não correr o risco de nenhum guarda me parar. Quando eu estava próximo ao local onde fomos abordados e avistei uma aglomeração de pessoas. Fui me infiltrando no meio delas e consegui ver... Dereck estava dentro de seu carro, com ferimentos na cabeça. A frente do carro estava muito amassada e encostada numa árvore. O animal ainda estava na pista. [... você será a próxima a sofrer um “acidente”] Não era possível. Era a cena perfeita de um acidente. Montada! Inventada! Mas era um acidente. Já estavam tirando Dereck do carro destruído para levá-lo ao hospital central de Los Angeles. A família de Dereck já devia está sabendo do “acidente”. Fui para casa e acordei Christine.
- Mãe, temos que ir ao hospital! – eu disse
- Ai meu Deus! Você está bem? O que houve com Robert? Você está grávida?
- Mããããe! Foi o Dereck! Um amigo da escola. – Christine pediu um tempo para se arrumar depois de 30 minutos ela perguntou:
- Onde está a chave do carro?
- Na estante da sala. – eu disse descendo a escada correndo e tirando a chave do meu bolso direito e colocando na estante. Ela desceu logo atrás de mim e pegou a chave que eu acabara de deixar na estante.
- Mãe! Não podia se maquiar menos? Nós vamos pro hospital...
- Britt eu acabei de acordar... Não vou aparecer com uma cara de cachorro amassado. Fomos para o hospital e quando chegamos eu não sabia se queria mesmo entrar lá. Criei coragem depois que passamos pela recepção. Entrei na salinha de espera e automaticamente abracei a srª Colk, mãe de Dereck. Ela me olhou e disse:
- Você é a Brittany? – Eu disse que sim com a cabeça.
- Dereck chamou por você o tempo todo. – ela disse.
- Brittany Dickinson está aqui? – perguntou o médico.
- Sim. – eu disse.
- O paciente Dereck Colk quer vê-la. Depois de Brittany os familiares poderão entrar. – Segui o médico pelo corredor branco. Cada passo que eu dava era como se eu estivesse afundando em mim.
- É esse quarto. – disse o médico apontando para o quarto 402. – eu bati na porta e ouvi uma voz dizer:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Livro Monóico - Capítulo 3

Capítulo 3 .

Voando.
- Deeeeeeereck!!! - gritei. Ele bateu a porta do guarda-roupas e foi tão real a batida que me fez
pular da cama. Olhei meia desconcertada e era Christine arrumando minha mala.
- Te acordei querida? - disse Christine. - Não respondi.
- Vamos sair daqui a pouco, é melhor se arrumar... Anda bela adormecida. - disse Christine. - Fiquei pensando no sonho que tivera. Foi tão real! E por que Dereck estava tão preocupado? E que anel era esse que eu não deveria aceitar? Fui para o banho ainda pensando no sonho...
- Vamos?! - disse Robert - eu já estava arrumada e esperando Christine acabar de se produzir pra ficar infurnada dentro de um carro e depois um avião. - Arfei. - Christine disse:
- Agora vamos!!! - eu fiquei quieta e peguei minha mala. Fomos para o carro e eu senti um aperto no peito quando passamos pela casa verde 112. Lembrei de Clear saindo daquela porta... lembrei que ela deixara meu alfabeto desprovido da letra D; E por fim... lembrei de Drew que aos meus olhos parecia tão mulherengo e se mostrou garoto sensível. Agora eu entendi porque eu me encantei por ele no ônibus... - Pegamos o avião ás 9:20 a.m, chegamos no Brasil... não sei bem a hora. Fomos para um hotel em frente a praia de Ipanema. Era 7 de Setembro, feriado no Brasil.
- Britt, soube que vai ter uma festa na praia hoje. Você vai? - perguntou Christine.
- Não sei! - eu disse.
- Britt! Você veio para se divertir não veio?!
- Sim mãããe.
- Promete que vai....
- Ok. Eu vou! Satisfeita? - eu disse. - ela sorriu. - fiquei vendo TV e escutei uma música que me fez lembrar Tamara. Estava vindo da praia. Botei uma roupa confortavel e fui até lá... Conheci muita gente.. Em especial a Débora. Eu tive dificuldades de aprender seu nome mas consegui. Ela me apresentou a 4 amigos dela que eram muito divertidos, me fizeram esquecer totalmente de Los Angeles. Minha vontade era de ficar ali até o carnaval [rsrsrs] Eles disseram que me hospedariam... Mas minha mãe nunca iria permitir.
- É, esse mês no Brasil me fez bem. - eu disse. - Christine olhou pra mim e disse:
- Que bom filha! Mas agora nós vamos voltar e você vai desfilar suas roupas brasileiras na escola! - rimos juntas. A palavra escola me fez sentir um tremor imenso, mas eu estava preparada. Espero. [pensei] . Saímos do Brasil ás 11:00 a.m., eu não queria deixar aquele paraíso. E ainda tive que me despedir da Débora e dos garotos... eles me fizeram chorar. Chegamos em L.A. á noite. Comi pizza na janta. Christine não estava com pique para cozinhar... caminhei sonolenta para o meu quarto e desabei na cama. Voltara tudo ao ínicio! Acordei me sentindo mal e o radio-relógio amarelo não parava de gritar no meu ouvido. 6:00 a.m. Levantei e fui me trocar. Não quiz comer, a pizza me deixou com um embrulho no estômago.
- Pai, está saindo agora? - perguntei.
- Sim queria. Quer que eu te leve? - disse Robert.
- Sim, se não for te atrasar. - respondi. - Fomos para o carro e meu estômago que já não estav muito bom começou a vibrar. Não era de fome! Eu estava chegando no colegio...
- Briiiiiiitt! - gritaram. - eu olhei e vi que era Clear.
- Senti sua faltam menina. - ela disse. - sorri e de mal gosto e ela percebeou, imediatamente botei a culpa na minha dor de estômago.
- Preciso da sua ajuda! - disse Clear sussurrando.
- Por que está sussurrando? - perguntei.
- Drew está na nossa sala e eu quero voltar a ficar com ele. Ma ele acha que... - eu interrompi dizendo:
- Clear, se você foi mulher para ficar com dois caras, seja mulher para perder um pelo menos. - Saí andando e deixei ela falando sozinha. Eu fui em direção a sala da minha turma e... Não acredito! O idiota do Dereck repetiu! E está na minha turma... eu nçao aguentaria... [pensei]
- Britt! Como foi de viagem?
- Bem! - eu disse entrando na sala e avistando Drew. - Não ouvi mas Dereck. Ele devia está formulando alguma pergunta idiota, como sempre faz.
- Dreeeeeew! Você também..
- Sim! - disse ele. - Me sentei ao lado dele e conversamos até a Professora de cálculos chegar. Olhei para Dereck e ele estava com raiva... não sei de quê! Ele achou que também podia ter duas garotas? Não estamos no Marrocos. eu pensei.
- Britt, senta aqui. - disse Dereck. - me virei e disse que não. Ele se aproximou e sentou na cadeira ao lado. Agora estava Drew do meu lado esquerdo, eu no meio e Dereck no meu lado direito. - Arfei e continuei conversando com Drew.
[ 12:00] As aulas aviam acabado.
- Britt, você quer estudar lá em casa? - disse Drew. - Eu não estava afim. meu estômago ainda doia e eu disse:
- Siiiiiiiiiim, calaro. Vai ser ótimo! - só porque Dereck estava ouvindo. Ele saiu de perto e eu me senti muito mal por isso. Tamara e Clear não paravam de me olhar e cochichar. Me virei para Drew e entrei no carro dele. Quando chegamos na casa de Drew eu fiquei meia sem jeito. Era tudo tão lindo e parecia tão caro. Ele abriu a porta e o telefone da casa estava tocando. Ele correu para atender, como a casa era quase toda de vidro fazia muito éco e eu ouvi toda a conversa.
- Não, não e não! Já te sustentei o tempo que ela estava fora e... Ah, vai fazer isso? Eu te entrego para a polícia! Cara, eu não tenho mais grana... Ok, ok. Me da mas um tempo... hoje não da!
- Polícia? tempo? grana?- fiquei confusa.
- Drew, me desculpe mas eu tenho que ir! Eu esqueci que prometi a meu pai que ficaria em casa para receber uma encomenda...
- Ótimo! Vamos estudar na sua casa! - disse Drew. - Voltamos para o carro e quando estávamos chegando perto da minha casa avistei Dereck jogando bola. Por isso que ele repetiu. [pensei] - O celular de Drew tocou e saímos do carro, ele atendeu.
- Não vai funcionar... desiste! Como você sabe onde eu estou? Está me seguindo? Hummm, sei. Não quer botar a carta numa garrafa pra ficar mais chique?! [gargalhou e desligou o telefone.]
Meu Deus! eu pensei. Tem alguém perigoso seguindo Drew e eu o trouxe para minha casa...
- Drew, minha mãe ta em casa! Acho que ela não vai gostar... chegamos ontem de viagem e etnho muita coisa pra arrumar e.... - ele me interrompeu e disse:
- Tudo bem Britt. Eu te entendo! Vai lá, eu vou ficar olhando o perna-de-pau jogar bola. - eu entrei antes que ele mudasse de idéia. Fiquei olhando ele pela janela da sala por um tempo... chegou um garoto e eles pareciam conversar tranquilamente. Achei que era paranóia minha e saí da janela. Derrepente escutei um barulho estrondoso na janela da cozinha, fui ver e algo tinha rachado o vidro. Olhei pelo vidro todo disfigurado e vi Drew e o tal garoto brigando. Corri para tentar separar e escurreguei no tapete que ficava no corredor entre a cozinha e a sala. Levantei com o joelho roxo, abri a porta e gritei:
- Dreeeeeeeeeeeew! - ele olhou para trás e o garoto deu um soco no rosto de Drew que o fez cair no chão inconsciente. Corri para salvá-lo! Como seu eu soubesse algo sobre primeiro socorros. Não sabia o que fazer e gritei:
- Mãããaãeee!! - e então ouvi uma voz:
- Ele só está inconsciente. Quer que eu ajude a levar ele pra dentro?